POLPA MOLDADA

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Brasil cria tecnologia para descontaminação ambiental a partir do bagaço de cana

Material desenvolvido no Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano), integrante do CNPEM, utiliza resíduos produzidos pela indústria sucroalcooleira para fabricação de carvão ativo até 20% mais barato que o importado.


Um dos maiores produtores de cana-de-açúcar do mundo, o Brasil estuda um destino sustentável para o bagaço produzido pela indústria sucroalcooleira: a produção de carvão ativo que possa ser utilizado para a descontaminação da água e do ar. Um estudo feito pelo Laboratório  Nacional de Nanotecnologia (LNNano), ligado ao Centro Nacional de Pesquisas em Energias e Materiais (CNPEM), o carvão ativo é uma alternativa economicamente viável, até 20% mais barata, e com a mesma eficiência, se comparada aos produtos importados já existentes no mercado.

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Carvão ativo produzido a partir do bagaço da cana-de-açúcar pode servir para retirar impurezas da água e do ar.
Crédito: Embrapa

O objetivo da pesquisa é utilizar resíduos agroindustriais abundantes no país para aplicações ambientais. De acordo com dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a produção brasileira de cana na safra 2015/2016 ultrapassou as 665 milhões de toneladas, das quais 368 milhões foram produzidas no estado de São Paulo. Deste total, aproximadamente um terço consiste em bagaço, que é obtido após o processo de moagem da cana nas usinas.
"O resíduo da indústria sucroalcooleira abre caminho para o desenvolvimento de um material avançado com propriedades antibacterianas quando associado a nanopartículas de prata, sendo um excelente material na remediação ambiental", explica o pesquisador do LNNano Diego Martinez.
A pesquisa teve início a partir de uma demanda feita por uma usina nacional, que utiliza o bagaço de cana para a geração de energia elétrica. O resíduo produzido na queima, bastante rico em carbono, passou a ser utilizado para a fabricação do carvão ativo.
Aplicações
No Brasil, carvões ativos são empregados em grandes volumes para a remoção das impurezas da água. Para um município com um milhão de habitantes, por exemplo, a estimativa é que seja utilizada uma tonelada de carvão ativo por dia para o tratamento de água. No exterior, o carvão ativo é proveniente de madeira, de ossos de animais ou de casca de coco.
"O grande problema é que existe uma dependência do Brasil do mercado exterior para a obtenção desse produto. Se pensarmos na questão cambial, nosso sistema comercial fica muito fragilizado. O carvão produzido aqui pode ser até 20% mais barato que o importado", enfatiza o pesquisador Mathias Strauss.
Através de uma cooperação bilateral firmada por meio do Centro Brasil-China de Pesquisa e Inovação em Nanotecnologia (CBCIN), o carvão produzido a partir da biomassa da cana já está em teste em Xangai. "O material está sendo utilizado em testes de descontaminação de ar, para, por exemplo, a despoluição do ar nos túneis da cidade, que sofrem com grandes congestionamentos e o fato de os carros ficarem muito tempo parados, gerando gases tóxicos. Esse ar passa por um tratamento para minimizar os danos aos motoristas", diz Strauss.
De acordo com os pesquisadores do CNPEM, o carvão ativo feito a partir de bagaço de cana já tem maturidade suficiente e deve estar disponível para o mercado em um prazo entre cinco e dez anos.
Inovação
A pesquisa desenvolvida pelo laboratório, além de dar um destino mais sustentável e rentável ao resíduo gerado a partir da cana-de-açúcar, tem caráter inovador por estudar a possibilidade de utilizar nanopartículas de prata associadas ao material. As nanopartículas são conhecidas na literatura por promover atividades antimicrobianas e que podem ser associadas à capacidade de absorção de contaminantes dos carvões ativos.
A inovação encontra-se em análise pelos pesquisadores, que buscam entender qual é a relação estabelecida entre as nanopartículas de prata no carvão ativo de bagaço e o meio ambiente. "A avaliação proativa dos riscos de nanomateriais é uma nova abordagem que a nanotecnologia está trazendo. Estes estudos estão sendo conduzidos no CBCIN, com a colaboração da Embrapa Ambiente. Preparamos o material ao mesmo tempo em que já pensamos nos seus potenciais efeitos toxicológicos e riscos ambientais", ressalta Diego Martinez
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CNPEM
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais é uma organização social qualificada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Localizado em Campinas (SP), compreende quatro laboratórios referências mundiais e abertos à comunidade científica e empresarial.
O Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) opera a única fonte de luz síncrotron da América Latina e está, nesse momento, construindo Sirius, o novo acelerador de elétrons brasileiro de quarta geração, dedicado à análise dos mais diversos tipos de materiais, orgânicos e inorgânicos; o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) desenvolve pesquisas em áreas de fronteira da biociência, com foco em biotecnologia e fármacos; o Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia de Bioetanol (CTBE) investiga novas tecnologias para a produção de etanol celulósico; e o LNNano realiza pesquisas com materiais avançados, com grande potencial econômico para o país.
Os quatro laboratórios têm, ainda, projetos próprios de pesquisa e participam da agenda transversal de investigação coordenada pelo CNPEM, que articula instalações e competências científicas em torno de temas estratégicos.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Saúde investindo em Tecnologia Sustentável

Empresa de tecnologia para saúde prevê crescimento de 45% em 2017




A Pixeon aposta em crescimento sustentável para este ano; somente para o segmento de hospitais, as projeções de aumento em vendas são de 81%
A Pixeon, empresa nacional de tecnologia para saúde e expositora da Hospitalar, inicia as atividades deste ano com previsões bastante otimistas: a companhia projeta encerrar 2017 com faturamento anual 45% superior ao registrado no ano passado, apesar da baixa expectativa de recuperação da economia brasileira.
A estratégia de crescimento da Pixeon está baseada em sua atuação como one stop shop software provider, oferecendo soluções completas que garantem mais eficiência aos processos de instituições nas áreas laboratorial, de diagnóstico por imagens, policlínicas e hospitalar – este último mercado será o direcionador de crescimento, com projeções de crescimento de 81% nas vendas em 2017. Além disso, a empresa oferece portfólio com os produtos mais atraentes do mercado, combinando capacidade de entrega rápida e suporte local, em língua portuguesa e em todo país.
“Inovação é a palavra-chave para o crescimento da Pixeon, é um dos principais valores da empresa. Questionar, propor soluções criativas, pensar em alternativas mais ágeis e eficientes está no DNA da companhia”, comenta Roberto Ribeiro da Cruz, CEO da Pixeon. “Reforçamos nossa oferta de produtos SaaS e de soluções baseadas na nuvem para todo o mercado da saúde, que na tecnologia encontra um dos principais aliados para superar os desafios de integração de serviços previstos para os próximos anos”, acrescenta.
O crescimento previsto para 2017 segue a curva ascendente registrada pela empresa nos últimos anos. Desde 2014, a empresa tem se destacado como uma das principais fornecedoras de HIS (Hospital Information System), LIS (Laboratory Information System), PACS (Picture Archiving and Communication Systems) e RIS (Radiology Information System) do mercado nacional. Nos dois anos seguintes, a companhia registrou expansão de 156%. Em 2016, a Pixeon foi na contramão da economia nacional, e fechou o ano com 38% de aumento no faturamento se comparado a 2015. O principal investimento da empresa foi a aquisição da Digitalmed, o que ampliou sua lista de clientes, passando a ter a maior base instalada de softwares em prestadores de saúde da América Latina. Também no ano passado, reforçou seus planos de expansão na Argentina, onde ampliou em 55% o número de clientes atendidos no país.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Poluição do ar: mais de 20 mil vidas podem ser salvas

Petição europeia pede ação do governo para reduzir mortes devido a carvão tóxico.


De acordo com um relatório divulgado recentemente, a aplicação de limites eficazes para a poluição do ar pode salvar mais de 20.000 vidas por ano, mas alguns governos nacionais estão a ameaçar vetar as medidas da UE para combater a poluição tóxica, avisa a Quercus, em comunicado.
De acordo com a associação ambientalista, a petição europeia lançada esta semana pede aos governos que protejam a saúde dos cidadãos e o meio ambiente através da adopção de um documento europeu sobre as normas ambientais denominado "BREF LCP revisto" (documento de referência sobre as melhores técnicas disponíveis).
A petição exige também que os governos protejam a saúde dos seus cidadãos, impondo limites rígidos à poluição tóxica do carvão.
Um relatório recente mostrou como os novos limites de poluição poderiam ajudar a reduzir o número anual de mortes prematuras causadas pela queima de carvão de 22.900 para 2.600 mortes.
«As novas normas são o resultado de anos de negociações entre o governo, a indústria e os representantes de ONGs. Esperava-se que a sua adopção fosse uma formalidade, mas a pressão da indústria levou vários Estados-membros a ameaçar vetar as novas regras na fase final», lembra a Quercus.
Os principais grupos ambientais europeus, o Gabinete Europeu do Ambiente (EEB), a Rede de Acção Climática (CAN) da Europa, a Aliança da Saúde e do Ambiente (HEAL) e a WWF associaram-se à organização WeMove.EU para lançar a petição. A petição que está disponível em inglês, alemão, francês, italiano e polaco, será entregue aos ministros antes de uma votação crucial dos governos nacionais numa reunião da Comissão Europeia a 28 de Abril.
Tal como já tinha comunicado anteriormente, a Quercus reitera «a sua posição desfavorável ao uso do carvão como fonte de energia e reafirma a necessidade de se caminhar para fontes de energias mais limpas que proporcionam uma melhor qualidade do ar e, portanto, da saúde dos cidadãos».

terça-feira, 11 de abril de 2017

A CIDADE DO FUTURO





Enquanto para muitos o uso de tecnologias limpas é algo reservado somente para o futuro, uma cidade construída em meio ao deserto nos Emirados Árabes Unidos prova o contrário. O monumento tecnológico conhecido como Masdar City mostra que, com um pouco de boa vontade (e muito dinheiro), é possível construir ambientes gigantescos que consomem uma quantidade muito pequena de energia.
O projeto, que pode ser considerado um verdadeiro experimento social com centenas de cobaias humanas, foi desenhado pelo arquiteto britânico Norman Foster. Entre os recursos disponíveis aos residentes estão carros elétricos que se movimentam sem o auxílio de motoristas, ruas resfriadas por uma gigantesca torre eólica e até mesmo uma “polícia verde” responsável por gerenciar o gasto de energia dos moradores.

A cidade do futuro

A partir da primeira etapa de concepção de Masdar, iniciada em 2006, foram necessários três anos para que o projeto se tornasse uma realidade. Com investimento calculado de US$ 1,4 bilhão, a cidade atualmente conta com seis prédios, uma rua principal, 101 apartamentos pequenos, uma imensa livraria eletrônica e, no centro de tudo, o Masdar Institute (Instituto Masdar).
Ampliar (Fonte da imagem: Masdar)O instituto, que se trata de uma ramificação do Massachusetts Institute of Technology (MIT), possui 167 estudantes e 43 professores com origens distintas, a maioria estrangeira. Entre os serviços disponíveis no campus está um banco, um restaurante japonês, cantina e até mesmo uma loja de comida orgânica.
No subterrâneo estão disponíveis 10 veículos elétricos que operam de forma totalmente automática, dispensando qualquer motorista. Com eles, estudantes e funcionários podem realizar o trajeto de 800 metros que separam a entrada de Masdar e o instituto.

Tecnologias limpas

Um dos destaques da cidade, tanto no aspecto tecnológico quanto visual, é a torre eólica de 45 metros que informa aos cidadãos a quantidade de energia consumida na cidade, também responsável por gerar eletricidade a partir dos ventos fortes característicos da região.
Painéis solares estrategicamente localizados são responsáveis pela produção de grande parte da energia consumida. Para complementar, também é usado gás natural como forma de garantir o isolamento térmico de alguns dos edifícios da cidade.
Porém, as tecnologias limpas não param por aí. Entre os projetos que estão sendo desenvolvidos está uma usina de dessalinização da água movida a partir de energia solar. Além de projetos que usam espelhos como forma de concentrar os raios de sol para aquecer grandes quantidades de água, tendo como resultado a produção de eletricidade.

Polícia verde

O compromisso de Masdar com o baixo de consumo de energia é tanto que a cidade chegou a desenvolver uma força policial especializada no assunto. Toda vez que um estudante usa uma máquina, abre a geladeira ou deixa uma lâmpada acessa, envia dados a uma central inteligente responsável por controlar o consumo de energia durante todo o dia.
Caso detecte alguma anormalidade, um dos operadores do sistema pode interromper durante tempo indeterminado os privilégios de algum apartamento. Além disso, sensores inteligentes desligam automaticamente chuveiros após alguns minutos de uso, assim como geladeiras, fogões e luzes que ficam ligados durante muito tempo.
A forma como a Polícia verde atua pode parecer autoritária, mas seus métodos resultam em prédios que consomem 50% a menos de energia do que construções tradicionais. Também há um menor consumo de água e produção reduzida de lixo, além da produção de carbono ser praticamente nula – cortesia das fontes de produção limpas utilizadas.
Segundo os administradores da cidade, as reclamações dos estudantes são frequentes, especialmente no que diz respeito à temperatura do ar condicionado. Porém, há um consenso geral de que certas concessões precisam ser feitas para respeitar as metas determinadas e tornar o projeto viável.

Desenvolvimento constante

A segunda fase da construção de Masdar City, com fim programado ainda para 2011, vai adicionar 222 novos apartamentos, além de novas ruas e lojas à cidade. Em 2013, deve ser finalizada a construção da nova sede da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), com custo aproximado de US$ 800 milhões.
A expectativa é que, até 2015, cerca de 7 mil pessoas habitem as construções futuristas do local. Além disso, a expectativa é que cerca de 12 mil pessoas façam o trajeto diário do local até a cidade mais próxima, Abu Dhabi.

Conceitos readaptados

Apesar do plano original de finalizar a construção da cidade em 2016, a recessão econômica global fez com que a equipe responsável tivesse que rever seus planos. A falta de incentivos ao mercado de tecnologias limpas também teve resultados negativos, o que obrigou o projeto a rever seu tamanho e alcance.
A expectativa é que a construção de Masdar City só esteja finalizada em algum momento entre 2021 e 2025. Neste ponto, a população da cidade não deve exceder as 40 mil pessoas ao todo – valor bem diferente dos planos originais, que previam 50 mil residentes fixos e 40 mil temporários.
Além disso, as mudanças na economia global fizeram com que o desenvolvimento de outra cidade semelhante fosse totalmente abandonado. Da mesma forma, planos para a construção de uma usina de força baseada no uso de hidrogênio e de um novo projeto baseado em energia solar tiveram que ser totalmente descartados.

Os objetivos do projeto permanecem os mesmos, porém os obstáculos enfrentados fizeram com que alguns planos tivessem que ser revistos. Segundo Dale Rollins, ex-executivo da Shell responsável pela operação geral do projeto, mais do que representar um obstáculo, as mudanças tecnológicas e econômicas servem como incentivo para obter resultados ainda melhores e com gastos menores do que o planejado.


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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Turismo sustentável: 4 países onde isso acontece


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A tendência hoje é o turismo sustentável, já que 2017 é o ano da sustentabilidade. Por isso, este é o momento de avaliar os impactos do turismo no planeta em que vivemos. Confira quatro exemplos de destinos que conseguem aliar uma excelente receptividade de milhares de viajantes com o menor impacto possível na natureza local. 

Turismo sustentável pelo mundo


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Em Barbados, muitos hotéis também estão engajados com políticas ambientais visando a classificação de turismo sustentável. Fotos Divulgação

Barbados: 70% de energia solar
Barbados é uma pequena ilha no Caribe com recursos naturais limitados. Por conta disso e por ser afetada pelo aquecimento global e aumento do nível do oceano, há um interesse enorme em proteger o meio ambiente. Como também promover ações sustentáveis para as gerações futuras.
Desde a década de 70, a energia solar é utilizada em muitas casas barbadianas e pequenas ou grandes empresas. Além disso, várias ações sustentáveis são pensadas para os grandes eventos do destino. No Crop Over, há a utilização de lâmpadas LED, a reutilização e reciclagem de lixo para criar itens de decoração ou partes de fantasias e a utilização de materiais biodegradáveis e plásticos reciclados.
Muitos hotéis também estão engajados com políticas ambientais e conquistaram Green Globe Certifications. O Accra Beach Hotel, na costa sul da ilha, é um deles. Já ganhou o certificado devido a seus planos de redução de energia, modelos de vasos sanitários que utilizam menos água, plano de gerenciamento da poluição e sistema de gerenciamento de lixo, entre outras medidas. Há o envolvimento de uma escola da comunidade em um programa de educação sobre o ambiente marinho.

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Mônaco convive com diversas medidas que visam a preservação e conservação do meio ambiente.

Mônaco, luta pela causa sustentável
No principado de Mônaco, a preocupação com o meio-ambiente vem desde o tempo do Príncipe Albert I e suas conhecidas expedições oceanográficas, que buscavam formas de conseguir preservar o ambiente marinho. Para diminuir os impactos ambientais, o governo de Mônaco promove campanhas e projetos para tornar o destino cada vez mais sustentável.
Com esse compromisso, em junho de 2006, o príncipe Albert II criou uma fundação que combate as ameaças ao meio ambiente, chamada Prince Albert II of Monaco Foundation. O príncipe se comprometeu  com a redução das emissões de gases poluentes em 50% antes de 2030 em comparação a 1990, em alcançar a neutralidade de carbono até 2050 e dedicar-se na proteção dos oceanos.
Além dessas, há muitas outras medidas que visam a preservação e conservação do meio ambiente, que fazem com que Mônaco seja um dos principais países que lutam pela causa sustentável.

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Grande parte da Noruega corresponde a áreas de preservação ambiental e parques naturais.

Noruega: certificado de destino sustentável
A Noruega é um país riquíssimo em belezas naturais, que vão desde cachoeiras e montanhas até grandiosas geleiras. Por isso, preservar suas paisagens e toda vida existente nelas tem uma importância crucial para o país.
Desfrutar da natureza e do ar livre é o maior passatempo dos noruegueses e isso se reflete na atitude de comprometimento com a preservação e o uso do meio ambiente. Grande parte da Noruega corresponde a áreas de preservação ambiental e parques naturais, mas o instaurado direito de acesso garante que elas continuem sendo acessíveis e visitadas por todos.
Muitos locais da Noruega foram honrados com a certificação internacional de destino sustentável. Isso mostra o esforço de proporcionar as melhores experiências possíveis para os visitantes, mantendo o impacto do turismo em níveis mínimos. Alguns exemplos de destinos sustentáveis noruegueses são Trysil, Røros, Geilo e as ilhas Svalbard.

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Aldabra é um dos maiores atóis de coral do mundo, localizado em Seychelles.

Seychelles, patrimônio mundial da Unesco
O arquipélago de Seychelles, no Oceano Índico, tem cerca de metade de sua área terrestre sob proteção natural e incentiva o turismo sustentável. Há uma enorme biodiversidade de fauna e flora no destino, inclusive com muitas espécies endêmicas. Há um orgulho pelas suas práticas de conservação e preservação da natureza, que resultaram em um alto grau de proteção ao meio ambiente.
O país possui dois Patrimônios Mundiais da Unesco. Um deles é o Atol de Aldabra, um dos mais afastados do arquipélago. É onde vivem mais de 150 mil tartarugas gigantes, a maior população do réptil no mundo. Além de mais de 400 espécies e subespécies endêmicas.
Aldabra é um dos maiores atóis de coral do mundo. Por ser um local tão inacessível, mantém sua natureza e biodiversidade praticamente livre de qualquer intervenção humana. Por causa de seu ecossistema único e intacto, Aldabra é um laboratório natural fantástico para pesquisas científicas e novas descobertas. Por ser extremamente protegido, é necessária uma autorização para entrada no atol e atividades turísticas são limitadas.
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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Brasil começa a reduzir uso de papel

SUSTENTABILIDADE: O USO DA TECNOLOGIA REDUZ O CONSUMO DE PAPEL NAS EMPRESAS





consumo de papel nas empresas



O uso da tecnologia para substituir o consumo de papel está renovando empresas. A conscientização para a redução de desperdícios e a busca por novas tecnologias que auxiliam a redução de papel são algumas das iniciativas tomadas para que se chegue a sustentabilidade.

No Dia Mundial Sem Papel, comemorado em 27 de Outubro, o intenso consumo deste recurso e como é possível reduzir a utilização de algo que estamos tão habituados é debatido com ideias inovadoras.
Além de ser, em muitas situações, ineficaz ter amontoados de impressos e cópias, o gasto com materiais, a baixa produtividade e a grande burocracia que o papel traz são outros fatores relevantes na hora de deixar esse consumo de lado.
As empresas Coopers and Lybrand, Gartner e PricewaterhouseCoopers trazem dados sobre o consumo de papel:
  • Um profissional perde até 50% do seu tempo de trabalho na busca por documentos que foram extraviados, armazenados em locais errados ou que, muitas vezes, não existem mais;
  • Cerca de 1 bilhão de cópias são feitas no mundo a cada dia, sendo que, em média, cada documento é copiado de 9 a 11 vezes;
  • O armazenamento de documentos custa em média R$50 por cópia e grandes empresas perdem documentos a cada 12 segundos, o que resulta em um custo de recuperação estimado em R$ 1.000 a R$1.500.

Uso da tecnologia no Brasil

Em 2008, o Brasil alcançou o quarto lugar mundial na produção de papel, com 12,85 milhões de toneladas. Em média, estudos mostram que o consumo no país é em torno de 6 milhões de toneladas por ano.
Desde então grandes empresas já adotaram meios tecnológicos para a gestão de papel. Um dos grandes exemplos vem do Tribunal de Justiça de São Paulo, que aderiu a solução para os processos digitais, o SAJ Tribunais, na corte.
O Tribunal já é 100% digital desde 2015, ou seja, só recebe ações em formato digital. Com isso, no último ano, o Judiciário paulista economizou 547.382 quilos de papel, impediu que 1.566 toneladas de CO² fossem emitidas e poupou a derrubada de 13.351 árvores, evitando que 51.728 metros cúbicos de água fossem consumidos.
Esta boa prática é destaque na TV Band e você pode conferir a matéria no vídeo abaixo:






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segunda-feira, 3 de abril de 2017