POLPA MOLDADA

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sexta-feira, 18 de março de 2016

Design Sustentável no ato!

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A necessidade de trazer á tona uma discussão sobre o tema design sustentável – e por conseqüência sobre correntes como o design social – se dá no intento de revelar uma realidade em termos práticos do campo de estudo que tem mostrado as dificuldades materiais dos projetos, os quais se encontram muitas das vezes com problemas de apoio e infra-estrutura dentro da própria universidade, uma realidade de conflito, reflexo da conjuntura em que pretende chegar-se a Sustentabilidade Real.
A tentativa de um olhar sistêmico sobre esta mudança de cânone, e, portanto, sobre este tema manifestado em várias formas, funções e terminações, é um reflexo das mudanças de perfil na relação produto-usuário, resultado inextricável da medida apocalíptica de vida civilizada sustentável, que aparenta conter as respostas a serem dadas para as ameaças de sobrevivência terrestre.
Acredito que cabe muito a nós designers, ter uma certa percepção para problemas enfrentados pela sociedade e tentarmos de alguma maneira produzir em prol da resolução destes dados problemas do dia-a-dia, tais como a produção de lixo e o consumismo em excesso.
Essa percepção deve ser entendida devido ao fato de que o Design em si nasceu claramente para a resolução dos problemas de uma sociedade que vinha crescendo e se desenvolvendo cada vez mais e mais, em meio a todo processo da revolução industrial, porém sabemos que os tempos são outros, os problemas também, mas a questão do design existir para a resolução destes problemas acredito não ter mudado. O tema design sustentável chega a ser bastante complexo quando se trata do meio informatizado e em constante transmutação em que vivemos hoje.
Por “complexidade”, entende-se aqui um sistema composto de muitos elementos, camadas e estruturas, cujas inter-relações condicionam e redefinem continuamente o funcionamento do todo. Algo como uma metrópole, que é constituída por diversos sistemas interligados e incontáveis elementos, numa relação intrincada de vaivém, sobe e desce, criação e destruição contínuas, sem que se saiba onde ela começa ou termina, e sem que ela venha a se extinguir nunca. Embora toda cidade tenha um caráter, nenhuma é sujeito pensante; e, embora cada uma tenha uma vida, não necessariamente terá de enfrentar a morte.
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A cidade é entidade, microcosmo do mundo complexo que se quer analisar aqui. O verbo “analisar” pressupõe que se aborde o assunto por partes. Voltemos, então, ao começo da conversa: o propósito de por ordem na bagunça do mundo industrial e a adequação do design como instrumento para tanto.
Um belo exemplo desse início da prática do termo em discussão, seria nada mais nada menos que o movimento que ganha cada vez mais força chamado de Eco Cycle, o termo em inglês, consiste no seguinte propósito de dar novas funções para objetos que seriam descartados para o lixo, diminuindo assim a produção de lixo e ainda resolver algum problema de mobiliário ou algo do tipo.
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