POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

quinta-feira, 31 de março de 2016

FEDEX EXPRESS ALIMENTADA POR BIOCOMBUSTÍVEL


noticias fedex express alimentada por biocombustivel
A partir de 2017 qualquer pessoa que enviar uma encomenda via FedEx pode estar a contribuir para um mundo um pouco mais sustentável. A Red Rock Biofuels anunciou que irá produzir cerca de três milhões de garrafões de combustível de aviação renovável, com baixo carbono, por ano para a FedEx Express, subsidiária da FedEx Corp. O acordo vai até 2024, com a primeira entrega prevista para 2017.
“Em 2017, as suas encomendas poderão estar a voar, mediante a energia criada a partir de madeira.” avançou a Renewable Energy World Editors


quarta-feira, 30 de março de 2016

ARTESÃOS MOSTRAM PEÇAS COM PEGADA SUSTENTÁVEL NO INSPIRAMAIS


Post Image

projetos Saberes Manuais e Mix by Brasil promovem o trabalho artesanal de comunidades do norte ao sul do Brasil


Salão Inspiramais, que apresentou os temas do verão 2017 e o preview do inverno para o setor de calçados, artefatos e materiais nesta semana, em São Paulo, também exibiu os projetos Saberes Manuais e Mix by Brasil, apoiados pela Assintecal, que trabalham a inclusão social de comunidades de artesãos de diferentes regiões do Brasil na cadeia produtiva.
O projeto Saberes Manuais é realizado em parceria com o Sebrae e conta com o trabalho de comunidades de artesãos de Santa Catarina coordenadas pelo estúdio de design Rotorói, localizado em Jaraguá do Sul, norte do estado. A estilista Flávia Vanelli, consultora do projeto, cuja proposta é utilizar materiais naturais e residuais para produção de componentes para as indústrias calçadista e de confecção, falou sobre o compromisso social da iniciativa. “Para o Verão 2017, nos aprofundamos em soluções que possam ser rapidamente incorporadas por pequenas e médias indústrias, sempre com a participação de artesãos em redes colaborativas, fomentando o cooperativismo, o comércio justo e o consumo consciente”, afirma.
Entre os itens apresentados na feira, destacam-se o sapato feminino com cabedal produzido a partir de sacolas de plástico recicladas e as diversas aplicações da fibra de banana empregadas nas peças. Confira:
O Mix by Brasil também apresentou produtos desenvolvidos com matérias-primas inusuais, como couro de bode, sobras de pneus e de fios de seda, “seguimos trabalhando com as comunidades de Nova Esperança (PR), que estão apresentando técnicas manuais em artigos de seda, além do Grupo Canoa, situado em Canoas (RS), que mostrou técnicas desenvolvidas com artigos derivados de petróleo. De Ribeira de Cabaceiras (PB), o artesanato do mestre Zé mostrará o desenvolvimento de produtos com a aplicação de chifres de caprinos e bovinos e, ainda na Paraíba, direto do Cariri, a oficina do mestre Manoel Carlos mostrará sua arte com a técnica de curtimento vegetal original do tanino”, contou Jefferson de Assis, estilista e coordenador do projeto. Veja as peças do Mix by Brasil:

terça-feira, 29 de março de 2016

Schneider Electric: barómetro Planeta&Sociedade 2015-2017 revela pontuação positiva de 3,67/10


A Schneider Electric apresenta os resultados anuais extra-financeiros para o Q1 de 2015. Através do Barómetro Planeta & Sociedade, a empresa mede o seu ambicioso empenho para com o desenvolvimento sustentável para os próximos 3 anos, de 2015 a 2017, com base em 16 indicadores trimestrais em torno de 5 grandes tendências de sustentabilidade definidas pelo Grupo: clima, economia circular, desenvolvimento, ética e saúde. Alcançando no final de março uma pontuação de 3,67 (num total de 10 pontos), o barómetro excede o seu objetivo de 3,42/10. Em março de 2015, a Schneider Electric foi reconhecida pelo Ethisphere Institute como uma das empresas mais éticas do mundo por adotarem uma cultura de ética e transparência em todos os níveis da organização. A Schneider Electric foi distinguida por este index pelo 5.º ano consecutivo.
No 1.º trimestre de 2015 foram 7 (de um total de 16) os indicadores com maior peso para o resultado final do barómetro e 5 os indicadores que ainda não foram medidos. No pilar Planeta, 39 infraestruturas aproximaram-se de uma produção nula de resíduos industriais não ultrapassando os 3% e 0,5% dos produtos em I&D foram desenhados pelo Schneider EcoDesign Way que é um conjunto de ferramentas, processos e melhores práticas com um mecanismo de avaliação. No pilar Lucro conclui-se que 64,1% do lucro com produtos tem etiquetas Green Premium, tendo sido evitada a emissão de 6669 toneladas de CO2 graças aos serviços da Schneider Electric para a manutenção, reabilitação e final de vida de produtos. No pilar Humano, a taxa de acidentes de saúde (MIR – Medical Incident Rate) diminuiu em 19% entre o final de 2014 e o 1.º trimestre de 2015 tendo 1,5 acidentes em cada milhão de horas de trabalho e 78 448 pessoas de classes desfavorecidas tiveram formação em gestão de energia desde 2009, no âmbito do programa de acesso à energia da Schneider Electric.



segunda-feira, 28 de março de 2016

Formação de gestores para a sustentabilidade

Bernat Casero/ Flickr Creative Commons



Atualmente, ao aproximar-se de uma realidade plural, contraditória e paradoxal, de mudanças velozes, em que a incerteza foi universalizada, somos impelidos a revisitar o percurso trilhado, a vislumbrar o devir e a inovar.

Por Mario Monzoni* e demais autores**
O principal papel da universidade é participar da grande obra que consiste em ler o livro da vida. Desde sua criação a universidade no Ocidente vem sendo marcada por exigências diferentes, contraditórias e até opostas que a levou a se organizar em áreas de conhecimento, a distinguir as disciplinas e a instaurar dentro delas especialidades. Esse processo revelou uma fragmentação que dificulta a reflexão das disciplinas sobre si mesmas e entre elas. Essa realidade tem se mostrado insuficiente para tratar tal complexidade de sistemas pela ótica da sustentabilidade e, de modo semelhante, instiga a formulação de modelos mais apropriados para encaminhar soluções e inovar.
No âmbito da sustentabilidade é demandada simultaneamente uma mudança de ideias e de estruturas que impulsionem ações que possam atender a legitimidade de um movimento de transformação que não esteja sujeito a interesses políticos ou econômicos que, mesmo apresentados com novas vestimentas e discurso, perpetuam práticas e concepções que se têm mostrado inadequadas para atender a realidade da atualidade.
Após as múltiplas e louváveis pesquisas e reflexões sobre a necessidade de “transatravessar” as fronteiras e o enclausuramento das disciplinas como registrado na bibliografia nacional e internacional, no âmbito da academia é demandado compreender a natureza disciplinar, pluri, multi, inter e transdisciplinar no processo de concepção, gestação e aplicação de conhecimento. O momento exige que as trajetórias inter e transdisciplinar (ITD) estejam cada vez mais presentes na cotidianidade da vida dinâmica das escolas de negócio e das empresas.
No âmbito das empresas cresce a necessidade da fertilização cruzada empresa-academia e a adequação contextualizada, visando aprimorar continuamente o agir humano, para que o sucesso dos negócios seja conjugado cada vez mais à dignidade humana e ao bem da coletividade.
Momento de mudança qualitativa
A emergência de novos modelos e a mudança intencionada são multifacetadas e estão intrinsecamente ligadas a uma governança que necessariamente levará em conta o crescente reconhecimento da complexidade do desenvolvimento humano, sua relação com o conhecimento e, também, sua interação com seu habitat. Isso implica abrir espaço-tempo para tratar temas como descompartimentalização dos saberes, valorização humana, espaço para a transformação, bem-estar e qualidade de vida, valorização do diálogo e reconhecimento da ação humana no ambiente.
Grandes desafios se colocam no processo de descompartimentalização dos saberes, dentre eles: (a) a religação de saberes no contexto da ciência e do conhecimento geral; (b) a verificação das relações existentes entre modalidades de conhecimento inter e transdisciplinar e suas possibilidades de respostas a problemas que não podem ser adequadamente tratados por abordagens monodisciplinares; (c) a exploração e a pesquisa conceitual, empírica e metodológica que acessem conhecimentos que não podem ser abordados pelas disciplinas acadêmicas nem pela interdisciplinaridade; (d) a religação dos saberes acadêmicos e não acadêmicos; (e) e também a religação entre subjetividade e objetividade.
A questão da valorização humana envolve processos de emergência do sujeito, práticas de reciprocidade, cidadania intelectual e a compreensão do corpo como um fenômeno carregado de cognição, enquanto potência vivente e motriz. Segundo Merleau-Ponty, o corpo reflexiona e a reflexão não é um privilégio nem exclusividade da consciência. A emergência do sujeito é um processo, parte de um movimento cultural visionário que diz respeito à perenidade da dinâmica de transformação do humano e à ampliação de consciência da dimensão que nos faz seres humanos.
O espaço para a transformação requer minimamente a abertura a mudanças e capacidade para inovar. Isso exige a compreensão de uma nova atitude de progresso que vá além da visão econômica, científica e tecnológica e abarque questões no âmbito pessoal, cultural, social e ambiental. Nessa perspectiva, o professor mais do que transmissor de conhecimento se engaja em um processo coformativo em que suas funções de pesquisador e mediador do conhecimento são significativamente enobrecidas, ampliadas e valorizadas. Sua atitude é a de um aprendiz permanente e de um inspirador de sentido.
Saúde e cultura e ressignificação do espaço-tempo são temas nucleares no âmbito do bem-estar e qualidade de vida. Fidelização de parcerias, fertilização cruzada academia-academia; academia-empresa e academia-alunos e ex-alunos são vias de diálogo a serem fortemente cultivadas. Finalmente, e nem por isso de menos importância, coloca-se o reconhecimento da ação humana no ambiente como de vital relevância na convivência estético-ética na condução das operações institucionais a curto, médio e longo prazos.
O chamado das Nações Unidas
Desde 2009, a FGV-Eaesp, de forma a atender a iniciativa da ONU Principles for Responsible Management Education (PRME), concebeu, gestou, formulou e implementou ação formativa para a sustentabilidade, a saber: a eletiva Formação Integrada para a Sustentabilidade (FIS). O primeiro ponto levado em consideração na criação desse projeto foi a abordagem da relação sujeito-objeto, ou seja, a relação do sujeito consigo mesmo, com o outro e com o mundo que o circunda, pois parece aqui estar presente a questão nuclear de qualquer desafio que envolve sustentabilidade.
O FIS emerge e se materializa dentro de uma dinâmica complexa, por excelência não linear, em que conteúdo, valores, crenças e vivências são conjugados a partir de e de forma a articular dois projetos: 1. Projeto Referência, que trata de um problema real de uma empresa real, onde um desafio proposto deve ser investigado e respondido; 2. Projeto de Si Mesmo, que instiga uma autorreflexão, o mergulho sobre o conhecimento “do si” (identidade enquanto ser humano) e “de si” (identidade pessoal) e do percurso que norteia o entendimento do “eu” com o mundo.
Bruce Krasting


Sem inovação será impossível tratar as questões de sustentabilidade. Existem algumas condições favoráveis e desfavoráveis para inovar: físicas, psicológicas, afetivas, sociais, econômicas e certamente cognitivas que concernem às nossas percepções, nossas memórias, nossas linguagens. A inovação deve estar integrada ao processo de maturação e de domínio progressivo de nossa tripla relação com o mundo: integrada à nossa relação com o contexto (aos objetos, aos acontecimentos, ao espaço-tempo), integrada à nossa relação com os outros, e integrada à nossa relação com nós mesmos.

Para a filósofa Hannah Arendt, “o homem, se bem que ele deve morrer, não nasceu para morrer, nasceu para inovar”. Os cientistas Humberto Maturana e Francisco Varela, que cunharam a expressão “autopoieses”, trouxeram a confirmação de que uma forma criativa independente existe em todo organismo vivo e constitui a base de uma autonomia mínima. Segundo o pintor Georges Brunon, “o gesto criador está latente em nós”. Para o lógico Stéphane Lupasco e o físico Basarab Nicolescu, a capacidade de inovar indica que existe uma fase potencial, do “ainda não criado”, do “ainda não atualizado”, de nosso potencial de inovação ‒ que concerne a todos nós, a universidade incluída.
No âmbito da cognição, o processo de inovação se inscreve pela articulação do sensível ‒nossos sentimentos e imaginação; do experiencial – nossa historicidade e vivências, tanto as passadas como as presentes ou as futuras; e do pensamento formal – ideias, conteúdos, conceitos e lógicas. Referenciais cognitivos e instrumentos de investigação se mostram de grande valor nesse processo de criação, bem como a fundamentação transdisciplinar, a arte e as teorias de sistemas, a Teoria U e a da resiliência.
Vivência e experiência
É uma tarefa da maior importância e que sempre permanecerá incompleta ilustrar no que consiste uma formação integrada para a sustentabilidade destinada a alunos de uma escola de negócios e a pessoas que atuam em empresas. Articular teoria e prática para tratar dessa questão é essencial quando se propõe pensar o cenário contemporâneo em um mundo político e econômico tão marcado por uma crise de valores, uma crise de modelos e recursos metodológicos e pela ausência generalizada, no ambiente institucional, de um olhar sobre o conhecimento de si mesmo.
“Não temos dúvidas de que o progresso técnico – a racionalidade instrumental – possui um poder de difusão muito maior do que a criação de valores substantivos. […] O gênio inventivo do homem foi canalizado para a criação técnica. […] No entanto, o desenvolvimento deve ser entendido como um processo de transformação da sociedade não só em relação aos meios, mas também aos fins […].” Celso Furtado (2000). Introdução ao Desenvolvimento: Enfoque histórico-estrutural. Rio de Janeiro: Paz e Terra. (Página 22/ #Envolverde)
Referência
LEAL, Carlos Ivan Simonsen; MONZONI, Mario. Delivering Environmentally and Socially Sustainable Economic Growth: Considerations from a Brazilian Perspective. Trabalho desenvolvido para o projeto “Norms for Global Governance”. Zurique: FutureWorld Foundation, 2012. Disponível em: <https://www.futureworldfoundation.org/Document.aspx?ArticleID=5412>.
* Mario Monzoni é Coordenador do FGVces.
** Este texto foi uma criação conjunta da equipe de formação para a sustentabilidade do FGVces, para fazer parte de um artigo apresentado pela FGV em evento internacional. Participaram dessa equipe, além de Mario Monzoni, Érica Gallucci, Maria de Mello e Ideli Domingues. Publicado originalmente no site Página 22.


quinta-feira, 24 de março de 2016

Apenas 3% das grandes empresas divulgam números essenciais da sustentabilidade



Foto: http://dtcom.com.br/
Foto: http://dtcom.com.br/
Pesquisa internacional feita com as 4.609 maiores empresas de capital aberto indicou que apenas 128, ou 3% do total, divulgam sete dos principais indicadores essenciais de sustentabilidade: consumo de energia, emissão de gases-estufa, consumo de água,produção de resíduos, rotatividade dos funcionários, taxa de acidentes e política de salários.
O estudo “Measuring Sustainability Disclosure: Ranking the World’s Stock Exchanges” é a terceira edição de uma iniciativa anual da consultoria de investimentos canadense Corporate Knights Capital. Sua meta: verificar se as bolsas estão estimulando as empresas de capital aberto a divulgar dados essenciais de responsabilidade social corporativa. Foram analisadas as informações publicadas em relatórios de sustentabilidade e relatórios integrados de empresas com valor de mercado superior a US$ 2 bilhões.
Algumas das principais conclusões:
  • A despeito do crescimento de importância da questão climática, apenas 39% das empresas divulgam o volume de gases-estufa que emitem.
  • Apenas 25% indicam seu consumo de água.
  • E 12% informam a rotatividade da sua força de trabalho (um indicador importante de satisfação profissional e respeito aos direitos trabalhistas).
  • O estudo também aponta alguns avanços: o número de empresas que divulga seus indicadores socioambientais tem crescido continuamente, mas o ritmo de crescimento começou a arrefecer. A porcentagem de grandes empresas abertas que divulgam dados de consumo de energia, por exemplo, cresceu 88% entre 2008 e 2012, mas apenas 5% entre 2011 e 2012. Essa tendência foi observada para vários outros indicadores.
  • A Bolsa de Valores de Helsinque, capital da Finlândia, teve o melhor desempenho dentre as 46 bolsas analisadas quanto ao volume de informação divulgado pelas empresas que negocia. Ela é seguida pelas bolsas de Amsterdã e Johannesburgo. As bolsas de Lima, do Kuwait, do Catar, da Polônia e da Arábia Saudita e tiveram os piores desempenhos.
  • A BM&FBovespa, que ocupava um honroso 9 o lugar no ranking da primeira edição do estudo, de 2012, caiu para a 21 a posição no ano passado e agora desceu mais alguns degraus, ocupando a 24 a posição. Detalhe: a posição da bolsa brasileira no ranking é melhor do que a das duas bolsas americanas (New York Stock Exchange e Nasdaq), da Rússia, e da Índia.

Paul Druckman, diretor do International Integrated Reporting Council (IIRC), entidade que promove a publicação de relatórios integrados (ou seja, que reúnem tanto os indicadores financeiros quanto de sustentabilidade) comentou no diário britânico The Guardian: “Sabemos que a publicação de relatórios influencia o comportamento; assim, mudanças nos relatórios corporativos deveriam encorajar um comportamento com foco na criação de valor de longo prazo de modo a alcançar uma estabilidade financeira e sustentabilidade”.
Para quem acompanha esse tema, vale também conferir um estudo que a Report Sustentabilidade publicará nos próximos dias. A empresa, uma das principais consultorias especializadas na produção de relatórios no Brasil, analisou mais de 100 relatórios integrados publicados no ano passado em 25 países. “Como esse ainda é um conhecimento emergente, as empresas em todo o mundo testam diferentes abordagens. Encontramos algumas soluções inovadoras, que podem servir de inspiração para quem tem interesse em aprofundar o seu entendimento”, afirma Álvaro Almeida, diretor de Planejamento da Report, no website da empresa. Dados preliminares podem ser lidos aqui.


quarta-feira, 23 de março de 2016

50 Embalagens Ecológicas – Galeria das melhores soluções em embalagem sustentável



lista com as 50 embalagens ecológicas mais bacanas para inspiração e consulta. Conheça-as:

Embalagem Ecologicamente Correta
Embalagem Eco
Embalagem e Sustentabilidade
Embalagem Sustentável do Coletivo Verde
Embalagem  Eco











































Se você se interessa por design sustentável e embalagens ecológicas também leia:
A História do Desenvolvimento da Embalagem Sustentável do Coletivo verde – Conheça o desenvolvimento da embalagem que se transforma em uma floreira.