POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Roupas tóxicas alteram hormônios e causam câncer - Zara, Levi's, CeA, Calvin Klein, Metersbonwe, Mango, Jack e Jones e Marks e Spencer



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Produtos químicos tóxicos e cancerígenos em roupas - Após campanha exitosa do Greenpeace, a espanhola Zara, líder no mercado varejista da moda,  é a primeira a se comprometer em mudar

A popular C&A também está nessa! Ação envolve as 20 maiores griffes globais. E as menores??? Descaso geral com o consumidor (que veste a roupa) e a população que bebe a água contaminada!!!


Roupas tóxicas alteram a forma como os hormônios naturais atuam no corpo humano - Zara, Levi's, C&A, Calvin Klein, Metersbonwe, Mango, Jack&Jones, Marks&Spencer ... 


Há alguns meses comprei uma calça jeans em conhecida loja. Uau! Que beleza!  Após lavá-la, usei-a. O contato do tecido irrita sobremaneira, uma coceirinha miúda. Eu já sabia da alergia quanto a certos tipos de linha usados em confecções, mas, o tecido inteiro, desde a criação já ser tóxico, até aí ainda não tinha imaginado. Só porque não havia parado pra pensar, mesmo. 

Pois agora está tudo às claras: Greenpeace lançou, há pouco mais de dez dias, uma campanha para que a moda do mundo pare de usar produtos químicos tóxicos em suas confecções, que vão desde roupa íntima à calças, camisas, vestidos, tudo, enfim. Inicialmente, estão sendo "atacadas" as 20 principais marcas do mercado varejista da moda no planeta. As maiores concentrações - acima de 1000 partes por milhão - foram encontradas em itens de vestuário da Zara, Metersbonwe, Levi’s, C&A, Mango, Calvin Klein, Jack&Jones e Marks&Spencer. Pois é. Alteração hormonal, câncer, poluição da água. Consumidor refém!

E alguém ousa dizer que "eles não sabiam o que estavam fazendo"?

Onze dias após o lançamento exitoso da campanha, a Zara, marca espanhola top, se compromete em, até 2020, acabar com o uso de substância tóxicas em tecidos. É para comemorar, sim, mas, gente, dá para imaginar ATÉ AONDE ESTAMOS ENRASCADOS COM ESSE MARAVILHOSO MUNDO "NOVO"? O que vai restar de tudo isso que aí está até 2020, 2050, 2100? Talvez eu ainda possa "lhes contar" até 2020, talvez um pouco mais (rsrs), mas, URGE QUE FAÇAMOS CADA VEZ MAIS, DIVULGANDO E CONSCIENTIZANDO, pois as futuras gerações não terão mais tempo para exigir mudanças. SE NÃO FIZERMOS AGORA, ELES SERÃO APENAS CONSEQUÊNCIA!!!

QUANTA INSANIDADE! GANÂNCIA SEM LIMITES!

QUAL SERÁ A PRÓXIMA MARCA A ADERIR? 
QUEM IRÁ CONTROLAR O QUE VEM SENDO FEITO?
QUEM INVESTIGARÁ TODAS AS DEMAIS CONFECÇÕES? Sim, pois se até lixo hospitalar vem sendo aproveitado e REVENDIDO em feiras livres (como as denunciadas em Caruaru-PE, para a população simples desavisada), COMO IRÁ SE REVERTER UM QUADRO TÃO ABOMINÁVEL?


E há mais: Trabalho escravo no fabrico de roupas, envolvendo grandes marcas. Em SP, empresa paga multa por condições degradantes impingidas a trabalhadores bolivianos


Greenpeace encontra produtos químicos perigosos em roupas de 20 principais marcas de moda



O relatório investigativo do Greenpeace Internacional, “Os fios tóxicos - o grande remendo da indústria da moda”, publicado na última semana, alerta para a presença de produtos químicos perigosos em roupas de 20 principais marcas de moda do mundo. De acordo com o documento, que abrange testes de 141 itens de vestuário e faz parte da Campanha de Detox, as peças são contaminadas com produtos químicos que ao entrar em contato com água se fracionam e formam substâncias que alteram a forma como os hormônios naturais atuam no corpo humano. Foram encontrados ainda vestígios de substâncias químicas cancerígenas. Todas as marcas analisadas tiveram diversos itens contendo nonilfenóis (NPs), químicos que se quebram em outras substâncias e alteram a forma como os hormônios atuam no corpo. As maiores concentrações - acima de 1000 partes por milhão - foram encontradas em itens de vestuário da Zara, Metersbonwe, Levi’s, C&A, Mango, Calvin Klein, Jack&Jones e Marks&Spencer. Segundo Yifang Li, Campaigner Sênior de Tóxicos, do Greenpeace Asia, “as principais marcas de moda estão transformando todos em vítimas da moda, nos vendendo roupas que contêm produtos químicos perigosos que contribuem para a poluição tóxica da água em todo o mundo”, disse. 

Outros químicos identificados incluíam elevados níveis de ftalatos tóxicos em quatro dos produtos e os traços de uma amina cancerígena proveniente da utilização de alguns corantes azóicos, em dois produtos de Zara. A presença de outros tipos de produtos químicos industriais potencialmente perigosos foram encontrados em muitos dos itens testados. “Como a maior varejista de roupas do mundo, a Zara precisa assumir a liderança e tomar medidas urgentes, ambiciosas e transparentes para limpar e desintoxicar suas roupas e sua cadeia de fornecedores”, afirma Martin Hojsik, Coordenador da Campanha de Detox, do Greenpeace Internacional. 

Os itens testados foram fabricados principalmente no hemisfério sul, e incluíam calças jeans, calças, camisetas, vestidos e roupas íntimas. As peças foram projetadas para homens, mulheres e crianças e feitas a partir de fibras artificiais e naturais. Os produtos químicos perigosos estão incorporados nestes materiais ou são deixados como resíduos indesejados que restaram do processo de fabricação. 

O Greenpeace exige que as marcas de moda se comprometam a parar de poluir com produtos químicos até 2020. Algumas delas, como a H&M e a Marks&Spencer, já o fizeram e exigem que seus fornecedores divulguem todas as substâncias químicas que suas instalações fabris lançam no ambiente.
Como a tecnologia pode ajudar o meio ambiente





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Problemas ambientais se beneficiam de novas tecnologias e ajudam o ser humano a viver em um mundo avançado e sustentável ao mesmo tempo.



 
Meio ambiente e tecnologia não costumam andar lado a lado. Historicamente, a evolução tecnológica – especialmente desde a Revolução Industrial - trouxe danos que apenas recentemente foram identificados pelo homem.

Pode parecer uma ironia, mas a própria tecnologia pode, muitas vezes, resolver os problemas ambientais causados por ela. Durante os últimos 100 anos, a temperatura da superfície da Terra aumentou entre 1,2 a 1,4 graus Celsius, de acordo com dados da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) e da National Aeronautics and Space Administration (NASA). Esse aumento coincide com o aumento da atividade humana e da industrialização.

Muitos problemas ambientais são complexos e exigem soluções igualmente complexas. Como a tecnologia fez as vidas de seres humanos melhores, então ela pode melhorar o ambiente em que vivemos.

O primeiro passo é identificar o problema ambiental. O desenvolvimento de uma solução começa com a definição do problema que tem de ser resolvido. A identificação é necessária para compreender os impactos dos problemas e das facetas que precisam ser abordadas.

Inovações tecnológicas podem ajudar empresas e a sociedade como um todo a viver em um mundo mais sustentável
 Inovações tecnológicas podem ajudar empresas e a sociedade como um todo a viver em um mundo mais sustentável 


Além disso, é preciso encontrar a fonte do problema. Para aproveitar o poder da tecnologia, a identificação do que está causando o problema é necessário. Teste de água e de solo podem ajudar a identificar poluentes e descobrir a fonte dos danos. Munidos com estas informações, os agentes podem iniciar a resolução do problema.


Em seguida, acontece a coleta dos dados. Uma base de dados é necessária para determinar se o progresso está há progresso em relação aos problemas ambientais. Os dados podem incluir levantamentos e inventários de espécies vegetais e animais, água e análise química do solo e dados estatísticos locais sobre os efeitos na saúde humana.

Problemas com Poluição Ambiental



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Não é de hoje que temos um grande problema no meio ambiente, sabemos também que não é um problema fácil de se lidar, principalmente em um mundo capitalista onde tudo gira em torno dodinheiro. Antes algumas indústrias poluíam tanto o meio ambiente e não faziam nada para tentar melhorar a situação mundial com relação a emissões de gases e até mesmo tratamento de esgotos e água suja antes de descartá-los nos rios. Foram feitos acordos, tudo visando a diminuição da poluição, principalmente nos grandes pólos industriais, e só atualmente que as pessoas vem criando essa consciência com relação à natureza. A exemplo disso temos uma nova lei no país que controla a emissão de gases dos veículos automotores, ou seja, os novos veículos devem seguir novos padrões de emissão de gases. A seguir estão algumas fotos destes problemas que temos com a poluição do meio ambiente:


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CHINA ENVIRONMENT RECYCLING

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Marcas de roupas famosas investem em moda sustentável; Tendência ganha força no mercado


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Marcas de roupas famosas investem em moda sustentável; Tendência ganha força no mercado

Tendência de moda sustentável ganha força e marcas de roupas famosas investem no mercado! As pessoas famosas têm abraçado a causa e tornado a ideia cada vez mais forte, seja entre celebridades, ou mesmo entre pessoas anônimas. Diante disso, a moda verde, também chamada de ecomoda, já tem invadido as passarelas e o dia-a-dia de muita gente, sendo uma das tendências que mais ganham força no mercado na atualidade.


A grande sacada do mercado fashion no momento é fazer do mundo da moda feminina um negócio mais sustentável, ou seja, trabalhar  peças de roupas pensando sempre nos benefícios que estas podem trazer à natureza. A estilista britânica Stella McCartney, filha do ex-Beatle Paul McCartney, e que já trabalho em grifes como Gucci, Tom Ford e atualmente assumiu o lugar de Karl Lagerfeld na direção criativa da Chloé, é uma das que já tem aderido à causa.
A estilista Stella é uma vegetaria e defensora dos direitos dos animais, por essa razão ela não quis sequer fazer lançamento de peças feitas com lã sustentável da Patagônia, por outro lado, porém, ela criou acessórios feitos com madeiras que nomeadamente respeitam as regras de exploração de florestas. A estilista intitula-se uma ‘eco-guerreira’, nome usado por ela para denotar quem luta contra a caça animal para fins comerciais e a favor de causas ambientais em geral. Ela é também uma das fiéis defensoras da causa da segunda sem carne.

H&M e a moda sustentável

A H&M, que é uma rede sueca de Fast Fashion, também decidiu aderir à tendência da ‘moda verde’, nesse ano a marca lançou sua coleção eco-friendly. A atitude da marca não só provou que as grandes grifes da moda podem criar peças sustentáveis, como também serviu de exemplo para que outras marcas igualmente gabaritadas possam explorar mais a fundo essa vertente. Na nova coleção da grife, as peças foram criadas com tecidos sustentáveis, sem agrotóxicos que naturalmente são prejudiciais ao meio ambiente.

Gisele Bündchen e outras celebridades abraçam a causa da moda sustentável

Conforme já mencionado, não são apenas as grandes grifes que estão abraçando a causa da sustentabilidade. A modelo Gisele Bündchen, por exemplo, já demonstrou enorme interesse pela causa, afirmando inclusive que trabalhos manuais podem ser luxuosos. Inserida nesse contexto, a top Brasileira foi recentemente a um evento de defesa da conservação das florestas usando um belo vestido sustentável, a peça, feita à mão e tingida com plantas, é assinada estilista Jeff Garner.
Jeff Garner procura conciliar a moda sustentável usando tintas orgânicas que são extraídas de plantas, lã de garrafa reciclada e fios naturais como linho e cânhamo. Miley CyrusCameron Diaz e Sheryl Crow são algumas das famosas que já foram vistas com peças do estilista.

Grifes nacionais apostam na moda sustentável

Ficamos felizes em informar que você está equivocada se pensa que a moda verde está sendo produzida apenas no exterior, felizmente existem marcas que já exploram a tendência no Brasil.
Oskar Metsavaht, que criou a marca carioca Osklen, chegou a ser reconhecido como criador do futuro, por ter criado a moda sustentável no Brasil, pelo que, acabou ganhando o mundo, sendo inclusive reconhecido e elogiado pela ONG WWF (World Wide Fund for Nature), do Reino Unido.
O trabalho feito também foi reconhecido por Anna Wintour, da Vogue, que sendo uma das editoras de moda mais conhecidas do mundo, levou Osklen a um evento de luxo sobre moda sustentável.

Moda sustentável, o que é exatamente?

Agora que já falamos de forma ampla sobre o cenário da moda sustentável, você pode estar se perguntando sobre o que exatamente seria essa moda e sobre o que ela abrange. Pois bem, decidimos listar alguns dos pontos que definem esse tipo de moda.

Veja o que é moda sustentável [ou ecológica] de acordo com especialistas

Segundo consultores de moda, a sustentabilidade do mundo fashion se divide basicamente em quatro esferas, sendo elas a social, a cultural, a ecológica e a econômica. A definição de cada uma delas você confere a seguir.
Social – A moda que tem uma ligação com o consumidor, se preocupando com toda questão do pré-consumo, ou seja, quem criou, onde criou, e quais foram as condições para a criação.
Cultural – Que tem ligação com as raízes e origens das criações.
Ecológico – Que é feito de maneira a provocar o menor impacto negativo possível no meio ambiente.
Econômica – Deve ter uma geração de renda para o desenvolvimento local.
De acordo com os consultores, quem deseja realmente ser um eco-friendly deve ser o tipo de consumidor curioso, que sempre pergunta sobre quem criou, onde criou, e quando a peça foi criada. Na opinião deles, só assim é possível ter certeza se de fato um determinado produto é sustentável.

Ser sustentável tem seu preço

Apesar de muitas marcas estarem investindo na vertente de moda ecológica, o maior desafio que a vertente ainda enfrenta diz respeito ao custo da produção das peças sustentáveis, o que geralmente acaba atribuindo valor elevado às peças. O fator que mais influencia nos altos custos é a ausência de benefícios fiscais para esse tipo de produção, além do fato de toda inovação geralmente vir cercada de custos elevados. Resta agora aos consumidores, torcer para que as empresas consigam manter suas metas e possam continuar oferecendo esse tipo de produto ao mercado, a natureza agradece.

2036, o ano em que Las Vegas pode sumir


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É difícil imaginar um oásis maior que Las Vegas” diz uma das citações mais famosas sobre a cidade, conhecida na cultura popular por seus luxuosos cassinos e hotéis. Mas a verdade por trás da frase é que esse oásis, o maior centro urbano de Nevada e 30º dos EUA, está secando de maneira lenta e agonizante por conta de sua expansão e seu consumo desenfreado. Para alguns especialistas em recursos hídricos, a Cidade do Pecado corre o risco de desaparecer até 2036 se não encontrar mais água. Como a cidade de São Paulo, que vê suas duas principais reservas de abastecimento se esgotarem, Las Vegas tem investido na busca por soluções, algumas consideradas radicais. “É uma situação tão séria quanto o furacão Katrina ou a supertempestadeSandy”, descreve um comunicado da Autoridade para Água do Sul de Nevada*. Bilhões de dólares estão em jogo.
Fundada em meio ao deserto de Mojave, que se estende por 124 mil quilômetros quadrados abrangendo também territórios dos estados de UtahCalifórnia e Arizona, Las Vegas tem em um bom ano o equivalente a 4 centímetros de chuva, quantidade já insuficiente para atender sua demanda. Contudo, se Las Vegas dependesse de água da chuva como São Paulo, ela não seria possível. Seu crescimento econômico se deu em grande parte desde a década de 1930 graças a Represa Hoover (foto abaixo), uma das maiores obras de engenharia dos EUA, a 50 quilômetros da cidade.
Em operação nos últimos 78 anos, a barragem tornou possível a criação do Lago Mead, um reservatório artificial com capacidade para 15 trilhões de metros cúbicos de água que demorou seis anos para ser enchido e hoje, estima-se, está pela metade. Oreservatório responde por 90% do fornecimento da área metropolitana e está se tornando uma aposta cada vez mais arriscada conforme a dependência dele aumenta. Na última década, a população de Las Vegas saltou de 400 mil para 2 milhões de pessoas. O turismo, que responde por 70% da economia local e 46% da força de trabalho ativa, não para de crescer. Dados consolidados de 2013 mostram que mais de 39,6 milhões de pessoas visitaram a cidade no ano passado. E, em consequência, o consumo de água dispara. Em média, para cada morador são consumidos 219  galões (cerca de 829 litros) de água por dia. Na cidade de São Francisco, na Califórnia, que tem proporções semelhantes, a média é de 49 galões por habitante/dia.
“A situação é tão ruim quanto se pode imaginar e só vai piorar. E de maneira rápida”, afirma Tim Barnett, cientista climático do Instituto Scripps de Oceanografia*, um dos centros de estudo mais antigos e prestigiados dos EUA. “A cidade corre contra o relógio para os próximos 20 anos. Se não encontrar outra fonte de água, os negócios vão fechar. Ainda assim, a cidade não para de construir, o que é muito estúpido”, conta. Segundo Barnett, a diminuição do nível da água no Lago Mead, atualmente em 331 metros acima do nível do mar, é preocupante. O lago conta com dois canos de captação, um a 320 metros e outro a 304 metros. “Até o final do ano a expectativa é de que o nível da água abaixe mais 6 metros, mas é provável que com esse ritmo de crescimento e consumo, o primeiro cano comece a sugar ar até lá e o outro dure, no máximo, até o final de 2015”, explica ele. O retrocesso da água é visível conforme ilhas de rochas que nunca foram vistas ali começam a aparecer, inclusive atrapalhando anavegação esportiva no local.
Hoover_dam_from_airO plano de emergência da cidade é construir um cano no ponto mais baixo para sugar o que resta de água do reservatório, a exemplo do que se faz em São Paulo com ovolume morto da Cantareira. Mas o processo é muito lento e caro. Ao custo de 817 milhões de dólares, uma sonda de perfuração do tamanho de dois campos de futebol tenta abrir um buraco para o novo cano, avançando apenas um centímetro por dia. Espera-se que até o lago atingir o ponto crítico no final do ano que vem, o projeto esteja concluído.
No longo prazo, a ideia do governo local é poder construir, ao custo de 15,5 bilhões de dólares, uma segunda linha de abastecimento, que levaria 27 bilhões de galões de água subterrânea por ano de um aquífero a 520 quilômetros de distância, na área rural de Nevada. No entanto, o projeto foi embargado por um juiz após ambientalistasmostrarem um estudo de que os dutos necessários afetariam 5,5 mil acres de campos férteis, 65 quilômetros de riachos para trutas e outros 130 mil acres de habitat de perdizes selvagens, veados, alces e antílopes ameaçados de extinção. “Algo assim forneceria a falsa sensação de que há água em abundância e atrasaria decisões sobre restrição de crescimento”, comenta o cientista Rob Mrowka do Centro de Diversidade Biológica*, que fez o estudo para impedir o empreendimento. “O deserto é um câncer que se espalha por vários ecossistemas. Conforme a demanda por água se torna mais desesperadora, Las Vegas terá de começar a pensar em tirar pessoas da cidade para continuar existindo”, afirma ele.
A situação é preocupante. A água do Rio Colorado, onde está a Represa Hoover, é utilizada por mais sete estados, incluindo o de Nevada. A divisão do uso é legitimada por um acordo legal que data de 1922 e desde então é bastante questionado. A vizinha Califórnia, que passa pelo terceiro ano de uma grave estiagem, não pode sequer dividir uma gota, uma vez que mais de 50% da produção de frutas e vegetais dos EUA é feita ali. E uma das proposições para salvar Las Vegas, segundo os especialistas, seria pagar bilhões de dólares ao México para poder construir plataformas de dessalinização no oceano Pacífico. Isso seria inviável no momento, porém todo tipo de solução temporária tem sido levado em conta, inclusive se desfazer dos gramados dos hotéis e resorts de Las Vegas.
Um programa da Autoridade para Água está pagando 1,50 dólar por cada 10 centímetros quadrados de grama removidos de suas propriedades. Até agora, 15 milhões de metros quadrados foram destruídos. “O Colorado é essencialmente um rio prestes a morrer. Eventualmente, Las Vegas e este pedaço da América vão desaparecer, como os índios antes de nós”, profetiza Mrowka.

Brasil poderá produzir água potável a partir do vento


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O Brasil pode contar, muito em breve, com uma tecnologia francesa que utiliza a energia dos ventos para transformar vapor de água em água potável. A Eole Water, empresa detentora do produto, fechou uma parceria com a Solstice, uma consultoria em energias renováveis.
O equipamento é semelhante a uma turbina eólicacomum. A umidade do ar é aspirada por um sifão e condensada para extração de água. Em seguida, o líquido é tratado mecanicamente, por meio da filtração. Depois, a água, já própria para consumo, é armazenada. Todo o processo segue normas de qualidade estabelecidas pelaOrganização Mundial de Saúde (OMS).
De acordo com a Solstice, a tecnologia não gera resíduos, emite gases ou utiliza componentes químicos. Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes Unidos, já tem uma torre deste sistema em funcionamento. A empresa estima que o Brasil tenha uma capacidade de produção diária de água potável de 1.500 litros.
Por ora, a Solstice está em busca de parceiros para implantar as turbinas no Brasil. A intenção é levá-las a comunidades isoladas, com deficiência no abastecimento de água ou que ainda precisem de caminhões-pipa. De acordo com a coordenadora da empresa, Penélope Valente, até o final deste ano os locais e datas de implantação devem estar definidos.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Entenda como a indústria de moda pode acabar com o Planeta



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from textile industry in The Hangzhou Bay Area , China

Nem tudo é glamour (e você devia saber disso). O mundo da moda tem o seu lado podre. E não estamos falando sobre o trabalho escravo, que é só a ponta do iceberg. Existe uma indústria que pode acabar com o meio ambiente se não for freada, e é a que nós tanto somos fascinados. O vídeo que vocês verão abaixo é da campanha Detox, organizada pelo Greenpeace, e serve para mostrar o verdadeiro backstage das passarelas: as fábricas asiáticas e o seu despreparo e desrespeito com o planeta. É importante termos consciência do caminho que a roupa leva do fio que a tece, ao nosso guarda roupa. Depois que abrirmos os olhos, quem decide o caminho é a gente.
Prova disso é a declaração recente de Chip Bergh, CEO da Levi’s, que fez um apelo para as pessoas pararam de lavar seus jeans. Segundo ele, o seu último jeans foi comprado há um ano e ainda não foi lavado. Passar um pano úmido é suficiente para a peça, que pode ser usada durante anos sem ir à máquina de lavar. É uma maneira de economizar água não prejudicar o meio com os químicos presentes no tecido. A Levi’s, inclusive, é um empresa exemplo: prometeu reduzir as substâncias tóxicas quando aderiu à campanha Detox (abaixo), além de ter criado a primeira coleção experimental com jeans totalmente sustentáveis.

A importação está por todos os lados e é a responsável por isso

Segundo a ABIT (associação brasileira da indústria têxtil), só nos últimos cinco anos as importações têxteis tiveram um crescimento de 455% no Brasil. Os fatos que levaram a esse aumento são mais que claros: além de fatores econômicos, as tecnologias que os chineses possuem são as mais avançadas do mundo. Eles conseguem fazer milagre com o poliéster (que é a matéria prima mais barata da indústria). Marcas que vão desde a lojinha da esquina da sua rua e dos bandejões do Brás, em São Paulo, a grifes como Animale, Carlos Miele, Farm e até Burberry importam tecidos chineses – e muitas delas a roupa pronta. É importante se questionar, no entanto, quais os tratamentos que levam cada base de tecidos e como as empresas podem se responsabilizar pelos danos causados por essas fábricas asiáticas.
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O que eu posso fazer?

É evidente que nós, consumidores, não deixaremos de comprar nas marcas por esse motivo, até porque a lista negra dos que importam é extensa, mas ter consciência do quanto estamos pagando por esse produto (de poliéster) já é um bom começo. As marcas aproveitam do valor agregado às etiquetas e cobram absurdos, o que acarreta em outro problema. A tão querida marca carioca Farm (que recentemente fez uma coleção em parceria com a adidas) é um exemplo claro dessa desonestidade com seus clientes. Cresceu e estabeleceu-se nos últimos anos como a principal marca feminina do Rio de Janeiro e, hoje, tem uma quantidade considerável dos seus produtos feitos 100% na China. A equipe de “criação” envia a modelagem, as estampas em CDs e eles produzem tudo. São importados através de contêineres a preço de banana (sabe lá o quanto é repassado aos confeccionistas) e chega ao Brasil custando valores, no mínimo, injustos. E sabe o que é pior? As pessoas pagam caro por isso e ainda acham que é status.
from textile industry in The Hangzhou Bay Area , China
Ter consciência do que você escolhe para cobrir seu corpo e o processo que existe por trás, faz com que buscamos alternativas. Prova disso é a Faber Castell que entendeu a importância de um trabalho feito com comprometimento ambiental (e social) e buscaram maneiras de reduzir o impacto que seu trabalho poderia causar no planeta. Resultado? Campanhas esclarecedoras que não só potencializaram as vendas, mas se transformaram em alternativa de marketing, criando consumidores muito mais fies à marca e, o melhor, conscientes. IFrame
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Reciclagem de pneus pode ser divertida e criativa


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balanças de pneus
Esse é um grande exemplo de sustentabilidade e reciclagem com muita criatividade, os pneus são um dos itens mais difíceis de reciclar hoje, milhões de pneus são jogados anualmente em aterros ou depósitos ilegais. Encontrar um novo uso para pneus reciclados ajuda o meio ambiente e é uma maneira fácil de fazer um balanço da árvore ou caixa de areia ou túneis para o seu quintal para horas de diversão das crianças.

Sabe aqueles pneus velhos que vão para o lixo, e acabam virando deposito para o mosquito da Dengue.
Eles podem seu reciclados e se transformar em peças lindas para enfeitas nossas casas e jardins,.
Vejam quantas idéias para reciclar os pneus e contribuir para o preservação do meio ambiente.


Projeto do cantor Pharrell cria Jeans feito de plástico retirado do oceano

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A ideia é transformar o plástico de garrafas descartáveis em matéria-prima utilizada para fabricar, por exemplo, jeans
Uma ideia inovadora norteou uma campanha para limpar os oceanos, transformando o plástico encontrado em jeans. A inovação rendeu visibilidade internacional para a marca holandesa de roupas G-Star, presente no mercado há 25 anos. A criatividade e a inovação fizeram a ideia conquistar o melhor prêmio na categoria design de produto no festival Cannes Lions, que aconteceu na França.
O cantor Pharrel Williams, que além de músico é diretor criativo da Bionic Yarn, empresa que fabrica tecidos feitos com garrafas plásticas recicladas, assinou o estilo das peças. A seleção das garrafas é a primeira parte do processo, depois elas são moídas e transformadas em fibras. Na sequência, as fibras são trançadas com poliéster para desenvolver os fios dos tecidos.
De acordo com a empresa, das 100 milhões de toneladas de plástico produzidas todos os anos, uma média de 10% vão parar nos oceanos. A poluição prejudica mamíferos, a vida marítima e pássaros, que morrem pela ingestão ou por emaranhamento no lixo. Em comunicado, a G-Star indicou que, “o desafio era criar uma coleção de qualidade que parecesse e vestisse tão bem quanto um jeans regular”. A empresa também afirmou que o desafio não foi apenas criar a coleção, mas torná-la bonita e desejável para os consumidores. “A ideia permite que pessoas de todo o mundo possam expressar as suas preocupações para a poluição dos oceanos, vestindo-as”.


A linha colabora com a retirada de nove toneladas de resíduos dos oceanos.


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Polpatec Embalagens Sustentáveis




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O conceito de eco-eficiência vem sendo adotado por empresas do mundo inteiro, assegurando que seus sistemas de produção, produtos e serviços comprometam-se com uma performance econômica e ambientalmente corretas. Nesse sentido, a empresa que busca a eco-eficiência passa a dotar condutas como a minimização do consumo de matérias-primas virgens e sua substituição por matéria reciclada, concentra esforços para diminuir a toxidade de seus produtos e aumentar sua vida útil e reduz o uso de energia elétrica entre outros.




O conceito de eco-eficiência vem sendo adotado por empresas do mundo inteiro, assegurando que seus sistemas de produção, produtos e serviços comprometam-se com uma performance econômica e ambientalmente corretas. Nesse sentido, a empresa que busca a eco-eficiência passa a dotar condutas como a minimização do consumo de matérias-primas virgens e sua substituição por matéria reciclada, concentra esforços para diminuir a toxidade de seus produtos e aumentar sua vida útil e reduz o uso de energia elétrica entre outros.





Expo Arquitetura Sustentável reunirá todos os modelos de normas e certificações

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De 26 a 28 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo, acontece a Expo Arquitetura Sustentável. O evento vai contar com Exposição e Conferência Internacional de Construção e Arquitetura e pretende reunir marcas internacionais e nacionais, congressistas e palestrantes para apresentar e debater novos conceitos e soluções de sustentabilidade para a construção de casas, escritórios e indústrias. No dia 29 de agosto, das 8h às 13h, acontecerão visitas técnicas, onde os participantes poderão escolher um, entre os quatro roteiros disponíveis, para conhecer detalhes do projeto e desafios enfrentados na construção. A Expo Arquitetura Sustentável conta com o apoio da Anicer. Mais informações: www.expoarquiteturasustentavel.com.br






The Street Store #1 - Largo da Batata (SP)

Ação cria loja na rua para doar roupas a pessoas carentes

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O evento acontece especificamente no domingo, 31 de agosto.


Ainda no mês agosto a Praça do Patriarca, em São Paulo, se transformará em uma loja ao ar livre, onde qualquer pessoa poderá retirar peças de roupas gratuitamente. O trabalho é fruto de uma mobilização mundial para a doação de roupas a pessoas carentes.
Conhecido como Street Store, o projeto teve início neste ano na África do Sul. Idealizada por uma agência de publicidade, a iniciativa pretende modificar a forma como as pessoas recebem as doações. Através da “loja itinerante”, os beneficiados podem escolher até três peças que mais lhe interessam, como se estivessem realmente indo às compras.
O evento acontece especificamente no domingo, 31 de agosto, entre as 9h e 16h. No entanto, antes da ação ir para as ruas, a equipe responsável pelo projeto precisa contar com a participação de doadores e pessoas interessadas em se voluntariar para ajudar os beneficiados a escolherem as peças de roupas no dia da ação.
As roupas doadas podem ser de qualquer tamanho e também incluem calçados e acessórios. A organização do evento manterá postos de coleta em pontos da CicloFaixa de SP. Assim sendo, as entregas podem ser realizadas somente no domingo (24), das 9h às 16h, nos seguintes locais:
- Tenda Praça do Ciclista (Avenida Paulista)
- Tenda Parque das Bicicletas
- Tenda Praça Rodrigues – Paraíso
- Tenda Avenida Roberto Marinho
- Tenda Autódromo de Interlagos
- Tenda Parque Tiquatira – Zona Leste
- Tenda Teatro Municipal – Centro
- Tenda Avenida Santos Dumont – Zona Norte
- Tenda Avenida Jabaquara (Próximo à Igreja S. Judas)
Também é possível se voluntariar para trabalhar com o público durante o dia do evento. 
Veja como foi a primeira edição do evento realizado em maio deste ano no Largo da Batata, em São Paulo:



Dispositivo transforma suor em água potável

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Máquina que converte a excreção corporal em água foi apresentada durante um torneio de futebol.
Em parceria com um engenheiro e uma agência de publicidade, a Unicef criou um dispositivo que converte o suor em água potável. Os criadores afirmam que o objetivo da invenção bizarra é alertar a população sobre a escassez do recurso, gerando uma alternativa de produção de água potável, que pode ser direcionada para as localidades que têm acesso limitado ao recurso básico.
Batizado de Sweat Machine (livremente traduzido para “Máquina de Suor”), o dispositivo foi criado pelo engenheiro Andreas Hammar, que usou um filtro para extrair água potável de roupas usadas depois da prática de esportes. Primeiramente, o equipamento elimina as enzimas das peças de vestuário por meio de uma secadora, que gira e espreme as roupas usadas até concentrar a quantidade desejada do líquido.
A partir daí, o suor retirado das roupas é aquecido, evapora e passa por filtros especiais, responsáveis por eliminar sais, bactérias e outras propriedades indesejáveis encontradas na excreção corporal. Em sua forma líquida, o resíduo passa por um sistema caseiro – semelhante a um filtro de café – capaz de remover as fibras dos tecidos, e pronto: o suor se converte em água própria para consumo. 


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Coca-Cola Second Life - Diversão e Sustentabilidade!!


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A Coca-Cola lançou mais uma ação inovadora, deu uma segunda utilidade para a suas garrafas. O kit segunda vida traz 16 tampas divertidas para que você use naquela garrafa que você jogaria fora!
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As crianças adoraram (os adultos também) e a saúde do planeta agradece!

Estudante cria conceito de carro do futuro


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O futuro parece mesmo pertencer aos carros compactos, inteligentes e sustentáveis. Prova disso é esse conceito apresentado pelo estudante de design canadense, Alexei Mikhailov. O VW Pholeum une a tecnologia de combustíveis limpos, um design arrojado e tamanho e funcionalidades adaptadas para as cidades.
Segundo o dono do projeto, a inspiração para o conceito surgiu a partir da ideia de cidades vistas como sistemas vivos, e as pessoas como os nutrientes capazes de mover esse sistema. Os carros, por sua vez, seriam os tecidos capazes de transportar esses nutrientes aos locais onde fossem necessários.
Apesar de a teoria ser bem subjetiva, o carro traz propostas bastante reais para um futuro de mobilidade cada vez mais individual e inteligente. Para começar, o veículo é capaz de acomodar apenas um passageiro, o que torna seu espaço bastante reduzido – ideal para a falta de espaço nas grandes cidades.
As rodas externas, além de criar um visual futurista, ajudam a evitar solavancos e permitem um giro de 360º - uma ajuda para as pessoas que sofrem com manobras e balizas. Os pneus ainda são feitos de borracha biodegradável, totalmente reciclável e reaproveitável.
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O interior do carro possui um visual minimalista e os botões de controle, como os de combustível e freios, estão localizados perto do volante – uma simulação de um joystick, ferramenta comum para a geração que irá dirigir esse modelo de carro.
A parte mais interessante do conceito, porém, é a sua tecnologia. O painel de plástico utilizado na carroceria do carro permitirá que, em caso de colisão, o material retorne à sua forma original depois de amassar. Bastará aquecer o local da mossa ou do aranhão para que o plástico retorne ao seu formato original. Esse mesmo material poderá ainda ser reciclado ou remodelado, caso o dano seja irreversível. Já o chassi do veículo será feito com ligas de alumínio em forma de favos de mel, o que garante em um menor peso e maior resistência.
A tecnologia utilizada no carro transformará células de hidrogênio em combustível capaz de alimentar os motores elétricos presentes em cada uma das rodas. Os quatro motores individuais permitirão maior autonomia de energia e servirão como geradores de eletricidade a partir das frenagens realizadas pelo motorista.
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Achou muito? Para o criador da proposta, essas características tornam o conceito um modelo ideal de carro para o futuro. “Estas tecnologias como um todo e suas aplicações hipotéticas ajudam a tornar esse conceito um modelo ambientalmente sustentável e serve como uma base para uma solução global no mundo automotivo”, conclui.