POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Projeto no Ceará troca lixo reciclável por desconto na conta de luz
As empresas cearenses terão um incentivo a mais para se preocuparem com o meio ambiente. Isso porque a distribuidora de energia Coelce lançou um programa em que é possível obter descontos na conta por meio da troca de materiais recicláveis.
Lançado em abril deste ano, a iniciativa foi batizada de Conta Verde e ajuda as companhias a compensarem suas emissões de CO2. O programa é um desdobramento do projeto similar Ecoelce, que, com 400 mil clientes cadastrados, possui o mesmo benefício do desconto, porém é voltado para moradores.
As empresas cadastradas saberão a quantidade de poluentes emitidos pelo consumo de energia elétrica e quanto foram evitados com a reciclagem de resíduos destinados ao programa.
Como participar
É preciso separar resíduos recicláveis por tipo de material (papel, vidro, metal e plástico), levar a um posto de coleta Ecoelce junto com a conta de luz e realizar a troca pelo bônus. Em seguida, uma ferramenta do programa mensura a quantidade de CO2 que deixou de ser emitida – identificando os que conseguiram compensar as emissões através da reciclagem de seus resíduos.
Com os dados em mãos, as empresas podem produzir um inventário das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Outra possibilidade é participar de ações sociais como, por exemplo, no repasse dos bônus para instituições filantrópicas. 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Coca-Cola desenvolve freezer portátil que funciona sem eletricidade





Uma espécie de freezer ecológico portátil, semelhante a um cooler, foi desenvolvido pela marca Coca-Cola junto à agência de publicidade Leo-Burnett da Colômbia. O equipamento promete facilitar o resfriamento de bebidas até mesmo nos recantos mais quentes do planeta.
Já imaginou como seria conservar seus alimentos ou gelar as bebidas sem uma geladeira? Tarefas que hoje desempenhamos facilmente não eram tão simples quando não havia energia elétrica. Apesar de todo o avanço tecnológico, ainda há muitas regiões que sofrem com a falta de acesso à eletricidade. São para esses locais que o produto batizado de Bio Cooler poderá ser muito útil.
A tecnologia resfria o ar por meio da evaporação da água. Para isso, são colocadas plantas no topo do refrigerador - que precisam ser regadas -, e a água que evapora se transforma em um gás gelado que esfria as bebidas. Além disso, a técnica foi aprimorada a introdução de um espelho na máquina. Ele é responsável por capturar o calor do sol e transformar o gás em líquido – quanto mais calor, mais gelada a bebida ficará.
O equipamento foi desenvolvido com o apoio do Centro de Física Internacional de Bogotá, capital colombiana, e testado na cidade de Aipir – cuja temperatura pode chegar a 45ºC. O resultado é um cooler que combina método antigo com um design moderno.

A previsão é que até o final de julho o espaço já entre em funcionamento.

SP ganha bicicletário público com vestiário


Os ciclistas da capital paulista terão agora mais um espaço para abrigarem suas bicicletas. Trata-se um bicicletário com 102 vagas que será construído no largo da Batata, em Pinheiros, ao lado da estação de metrô Faria Lima.
Além das vagas, serão instalados banheiros e um vestiário com armários, bancos e cadeiras. O projeto foi criado pela SP Urbanismo, empresa pública da cidade de São Paulo, e será implementado pela Itaú Unibanco. O contrato foi firmado com a prefeitura na semana passada, após receber o pedido por meio de um abaixo assinado com mais de 23 mil assinaturas.
O bicicletário funcionará 24 horas e contará com manobristas que serão responsáveis pelo manuseio das bikes. Quando o usuário entregar seu veículo, receberá uma chave do cadeado da vaga - servirá como comprovante de estacionamento para retirada. Além disso, ferramentas básicas serão dispostas aos ciclistas para pequenos consertos ou ajustes.
Para usufruir do serviço, os paulistanos terão que se cadastrar apresentando um documento de identificação original com foto e CPF. Cada um tem direito a guardar até três bicicletas simultaneamente, sendo que a guarda, retirada e o acionamento da trava são realizados pelo atendente.
Como forma de evitar que o serviço seja utilizado como “depósito”, as bicicletas que permanecerem no bicicletário por mais de 72 horas consecutivas serão levadas para outro local. Se, mesmo assim, o usuário não retirar sua bike, após 30 dias, a mesma será doada. A previsão é que até o final de julho o espaço já entre em funcionamento.
Will.i.am lança impressora 3D que reaproveita garrafas PET

A máquina usa 25% de materiais recicláveis a cada cartucho de impressão.
O rapper e produtor musical norte-americano Will.i.am assina a criação de uma impressora 3D que usará garrafas plásticas como matéria-prima. Apelidada de Ekocycle Cube a tecnologia deve chegar o mercado no segundo semestre deste ano.
Este não é o primeiro trabalho na área de design e tecnologia que conta com a participação do vocalista da banda Black Eyed Peas. No currículo o cantor tem a criação de um relógio inteligente e o desenvolvimento de alguns modelos de fones de ouvido da famosa marca internacional Beats, recentemente adquirida pela Apple.
A impressora Ekocycle Cube está sendo fabricada pela 3D Systems, em parceria com a Coca-Cola. Wiil.i.am foi o diretor de criação do equipamento que utiliza 25% de materiais recicláveis a cada cartucho de impressão. De acordo com a empresa, isso é equivalente a três garrafas plásticas reaproveitadas.

“Vamos tornar a reciclagem e a criação de produtos feitos com materiais reaproveitados mais legais. Este é o início de um estilo de vida mais sustentável para impressões-3D”, declarou o músico em comunicado oficial.




A expectativa é de que a máquina comece a ser vendida ainda neste ano. A estimativa de preço para o lançamento é de US$ 1.199. A Ekocycle Cube é capaz de imprimir os mais diferentes objetos com até 15 centímetros, nas cores: vermelho, preto, branco e natural. Para facilitar a criação, os usuários contarão com um aplicativo para celular que envia diretamente as imagens à impressora.  

Agricultores reunidos na Bahia debatem sobre produções mais sustentáveis

Agricultor Vilmar Lermen pratica a agroecologia
Ele morou um ano e meio num galpão com mulher e dois filhos vivendo à luz de velas. Hoje está se especializando para fazer vinho de Murta ou de Cambuí num processo de fermentação natural, tipo exótico da bebida, produto que poderá elevar um pouco mais sua renda. Falo de Vilmar Lermen, agricultor que pratica a agroecologia, 41 anos, casado, hoje com 4 filhos. Conversei com ele pelo telefone, no intervalo entre assistir uma palestra e outra do III Encontro Nacional de Agroecologia que termina hoje, em Juazeiro, na Bahia. O evento, que tem como tema “Cuidar da Terra, alimentar a saúde, cultivar o futuro”, reuniu mais de duas mil pessoas e foi organizado pela Articulação Nacional de Agroecologia, rede composta por diversas entidades.
Vilmar é um dos participantes que mais atua no sentido de  buscar reunir as pessoas do campo em prol de uma produção mais diversificada.“Venho contribuindo para trazer esta consciência: o trabalho do agricultor é pesado, é duro, mas não se faz só. Uns pegam mais na linha de frente do que outros, mas tem que ter união”. Só assim, associados, é que eles conseguem fugir da hegemonia na região, que privilegia o monocultivo para vender mais rapidamente e em grande escala às grandes corporações.
“Mas esses que fazem isso estão mais vulneráveis, por exemplo, às mudanças do clima. Nos anos 2012 e 2013 houve uma variação brusca, com seca muito intensa e chuva durante muito tempo e muito concentrada. Normalmente o nosso inverno, que é quando chove, durava de dezembro a maio e a seca ia de junho a novembro, mas isso já não é mais assim. O que acontece é que os agricultores que mexem com culturas mais adaptadas e práticas mais sustentáveis têm sofrido menos. Isso é visível. Já vi produtor de gado que tinha cem cabeças ficar com 20 por causa da seca. Já quem cria bode, que é um bicho aqui da terra, acostumado a todo tipo de situação, até aumentou o rebanho, em vez de diminuir”, conta Vilmar.
A história de Vilmar pode ser contada em duas partes. Ele sempre mexeu com a terra, mas nasceu no Paraná, onde também teve que se esforçar muito para sobreviver. Foi lá que aprendeu a técnica de fazer vinho. Foi lá, também, que aprendeu a viver sem luz. E foi lá que conheceu sua mulher, pernambucana de origem, que o desafiou a buscar melhores condições no canto oposto do país. Vilmar aceitou. Juntou o que tinha, comprou o sítio na mesma região onde o sogro mora,  em Araripe, Cidade De Exu, terra de Luiz Gonzaga.  Começa aí a segunda parte de sua vida: “Minha mulher nunca tinha vivido sem luz, para ela foi mais difícil”.
Isso foi em 2007. Vilmar decidiu buscar a união de todos que moravam na região – cerca de cem famílias - para lutar pelos direitos. Foi assim que conseguiu que o lugar fosse atendido pelo Programa Luz para Todos, lançado pelo governo federal em 2003. Depois entrou para o programa “Um Milhão de Cisternas”, que a Associação para o Semiárido (ASA) criou junto ao governo e a empresas privadas e passou a guardar água da chuva para os tempos de seca. À medida que sua produção foi aumentando, sentiu necessidade de guardar mais água. Pediu então um empréstimo ao Programa Nacional de Fortalecimento de Agricultura Familiar (Pronaf) e construiu uma cisterna onde cabem 76 mil litros de água.
“Dependemos da água que Deus manda e aproveitamos cada gota dela. No período das chuvas, reaproveitamos todas as águas que podem ser reaproveitadas na cultura de fruta, porque nas hortaliças não pode. Reusamos também para os vasos sanitários. E temos também o Bioágua, um processo de filtragem, de decantação e de purificação da água através de processo de filtro em caixa de areia.”, conta Vilmar.
Hoje seu sítio é visitado por pessoas do Brasil todo. Vem gente até de fora, de outros países, para conhecer, por exemplo, sua plantação de Murtas, uma espécie de fruta  exótica. Vilmar fez esta opção, diferentemente da maioria dos agroagricultores de sua região, que produzem mais para comercializar para as escolas.  Mas ele vende vários produtos na porta de casa, por exemplo a castanha do caju para fazer barrinhas de cereal.
A relação mais difícil, para Vilmar, é com as empresas da região. O mundo corporativo está sempre querendo ganhar mais do que pagar, e isso tem sido motivo de muita luta para os pequenos produtores. “Nós conseguimos entregar produtos com valores dois terços mais baratos e muito mais saudáveis”, diz ele. Faço um contraponto, já que para nós, da zona urbana aqui no Sudeste, os produtos orgânicos são mais caros. E Vilmar diz que na região Semiárida já está mais fácil para os cidadãos comprarem produtos agroecológicos em locais específicos, feiras ou centrais.
“A população da cidade tem ajudado bastante, está mais consciente”, afirma Vilmar. Os próprios agricultores, que sempre foram muito desconfiados, têm cooperado mais no sentido de buscar uma produção que é melhor e menos arriscada para eles também. A mudança de hábito, acredita Vilmar, é fruto de um processo de organização da sociedade civil que tem se unido para fazer acontecer encontros como o ENA, que termina hoje com a palestra “Por um Brasil Agroecológico” e a presença do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência da República, no campus da Universidade Federal do Vale do São Francisco.
Conversar com Vilmar depois de ler tanto sobre o capitalismo do nosso século pelas resenhas do livro de Thomas Piketty (“Capital do século XXI”) é um sopro de ânimo. As questões estão à vista, mas já existem soluções sendo adotadas coletivamente por quem é mais afetado pela desigualdade social. O Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) reuniu pessoas que viajaram muito, quase sempre de maneira bem desconfortável, com o objetivo de estar junto, aprender novas técnicas, fazer contato, debater, ouvir. E combater as políticas industriais de empresas que preferem deixar tudo como está, cujas práticas não foram mencionadas pelo francês em seu livro. Piketty preferiu olhar para a distribuição de renda, não para o impacto que a produção causa, e que não é pequeno.

Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo IBGE, a ocupação rural do Brasil é de 29,37 milhões de pessoas. Desses, cerca de 8 milhões são jovens, dos quais mais de 50% vivem no Nordeste. Muitos deles estiveram em Juazeiro neste fim de semana, atualizando a batalha por uma velha questão nacional: o acesso à terra através da reforma agrária. É assunto espinhoso, envolve muitos interesses. E pode ser o abre-alas para uma distribuição mais justa aqui no Brasil, pelo menos no campo.

Embalagem sustentável

Embalagem sustentável

A embalagem sustentável surgiu como uma alternativa às sacolas e filmes plásticos convencionais, além do isopor, que geram impactos negativos ao meio ambiente.


Embalagem sustentável

embalagem sustentável é um produto inovador que já fez a cabeça de muitas pessoas, especialmente porque ela reduz o impacto sobre o meio ambiente. Uma das grandes vantagens desses modelos de embalagens sustentáveis, ou embalagens “verdes”, é que elas são feitas de plástico reciclado, portanto, são também mais econômicas para produzir e não geram maiores custos com o despejo de mais resíduos em aterros. Há também muitas sacolas de tecidos, que são aquelas normalmente encontradas em supermercados, e filmes biodegradáveis produzidos em escala industrial.
Ao considerar a sustentabilidade das embalagens, múltiplos fatores devem ser levados em conta, incluindo os custos reais de produção, de energia e de transporte, além das fontes de matérias-primas utilizadas e o grau de toxicidade a que os operários são expostos durante a fabricação desses produtos. Há que se considerar igualmente as emissões de carbono na produção dos plásticos e sua decomposição e nível de biodegradabilidade do produto acabado.
Poliéster biodegradável sintético
Embalagem verdeOs materiais de poliéster biodegradável sintéticos precisam de apenas algumas semanas para se decompor, em contraste com algumas embalagens plásticas convencionais que pode demorar séculos para se degradarem. Os poliésteres biodegradáveis sintéticos são utilizados em embalagens descartáveis para fast foods, carnes e produtos congelados, sendo empregados na produção de bandejas e embalagens em geral. Os dois tipos principais de fibras sintéticas de poliésteres biodegradáveis feitos em embalagens são poliésteres amorfos, que são claros e flexíveis, e semicristalinos poliésteres, que são mais duros e opacos.
Anualmente, são produzidos por volta 150 milhões de toneladas de plástico em todo o mundo. Mas com o aproveitamento do amido de mandioca para a fabricação de sacos e embalagens plásticas sustentáveis, seria possível reduzir significativamente o impacto ambiental. Empresas como a Natura, a TetraPak, a Coca-Cola, que lançou em 2010 nova embalagem sustentável produzida com 30% do etanol da cana-de-açúcar e a Bombril, que também apresentou no ano passado uma nova linha de produtos, a Ecobril, com embalagens feitas de matérias-primas naturais e renováveis, contribuem com o meio ambiente e mostram que é possível aliar os interesses de preservação do meio ambiente, competitividade de mercado e qualidade em seus produtos.
Outra alternativa muito interessante e totalmente sustentável é a Polpa Moldada, ou Polpa de Celulose, feita unicamente da adição de jornal reciclado e água, sem nenhum componente nocivo a saúde ou à natureza, o que torna o produto além de recilcado, recilcável e biodegradável, atendendo às mais rigorosas exigências, inclusive da Diretiva Rohs, que controla a composição dos produtos exportados para grande parte da Europa.
Citamos a POLPATEC Embalagens Sustentáveis, como um dos principais fornecedores deste material. Além de produzir calços, cantoneiras, bandejas, entre outros produtos em polpa moldada, tem como diferencial um setor próprio de desenvolvimento de novos produtos, facilitando a vida de muitas empresas que atualmente querem migrar de produtos poluentes e nocivos para produtos sustentáveis e recicláveis.

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Com mais de 25 anos de carreira, Cai Guo Quiang tem realizado exposições nas principais instituições de arte do mundo como o Metropolitan Museum of Art eo Museu Solomon R Guggenheim, em Nova York.
Agora com uma exposição totalmente dedicada ao seu talento Qiang traz uma obra inspiradas nas paisagens do sudeste de Queensland, que o artista visitou em 2011.
A grande peça central da exposição o Heritage 2013 possui 99 réplicas de animais de todo o mundo, se reuniram para beber de um lago azul rodeado de areia branca, que lembra os lagos de ilhas de Moreton Bay, uma obra esplêndida.

melanciaa
Clive Cooper, canadense se  inspira em personagens do cinema, TV e quadrinhos para cria esculturas incríveis em melancias.
As peças demoram cerca de 6 horas para ficar pronta, porém sua vida é curta é dura no máximo um dia. Depois deste tempo, as obras vão perdendo a forma naturalmente.
Para os detalhes e definir os contornos, Clive usa uma raspadeira e, em seguida, cria bordas com uma faca.





quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ativas, famosas passeiam e se exercitam nas orlas do Rio

No ar em "Além do Horizonte", Carolina Ferraz preferiu pedalar para perder algumas calorias e, de quebra, aproveitar a paisagem tipicamente carioca

Destaque na novela "Em Família", Giovanna Antonelli aproveitou o dia de folga para correr acompanhada

Moda no verão, stand up paddle cai nas graças das famosas



Ísis Valverde, Val Marchiori e Rihanna estão entre as celebridades que curtem se equilibrar sobre a prancha para praticar stand up paddle



Moda na Copa: famosas apostam em make e acessórios verde e amarelos

Angélica, Paolla Oliveira e Fernanda Paes Leme foram algumas que mostraram amor ao time


Moda na Copa: famosas apostam em make e acessórios verde e amarelos title=







Inovação e Sustentabilidade na Moda: Ações corajosas pra um mundo melhor.

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ONLY THE BRAVE FOUNDATION : Ações corajosas pra um mundo melhor
Criada há 4 anos com a missão de combater a desigualdade social e contribuir para o desenvolvimento sustentável em áreas carentes em diferentes partes do mundo, a Only the Brave Foundation já apoiou mais de 100 projetos inovadores, fornecendo soluções concretas para a vida de mais de 40 mil pessoas com um investimento de 11 milhões de Euros.
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A fundação investe 10% de seus fundos na Itália, criando por exemplo empregos uteis para a sociedade para quem esta desempregado, enquanto que os outros 90% são investidos principalmente na região Subsaariana da África.
Os projetos que recebem apoio são selecionados a partir dos seguintes critérios: eles devem ser sustentáveis, inovadores e apresentar impactos sociais diretos e concretos.
A Only the Brave Foundation é uma organização sem fins lucrativos fundada por Renzo Rosso – da Diesel – com o apoio de seu grupo OTB ( que conta com as marcas Diesel, Maison Martin Margiela, Viktor & Rolf, e Staff International).
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Renzo Rosso acrescenta que todos os tipos de contribuições são bem vindas, sejam elas em forma de ideias, sugestões ou pequenos investimentos e doações. A OTB Foundation acredita que pessoas podem ser mais poderosas do que governos e que a criatividade pode ser usada como uma força para o bem.
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Os projetos incluem desde tratamento de agua, até saúde ou educação e desenvolvimento econômico local. Em Mali, por exemplo, eles trabalham com 20 mil vilarejos para oferecer ajuda, infraestrutura, ferramentas e conhecimento para as que as pessoas finalmente consigam sair da pobreza.
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As marcas do grupo também propõem iniciativas em apoio à organização, como a serie de camisetas e pulseiras desenvolvidas e vendidas em todas as lojas da Diesel a cada nova coleção. Por sua vez, a Maison Martin Margiela, lança todo ano no Dia Mundial da AIDS uma linha de camisetas em diferentes idiomas com o slogan: “There is more action to be done to fight AIDS than to wear this T-shirt but it’s a good start.”

Restos de comida viram adereços de roupas na mão de estilista


Os alimentos se submetem a um processo de desidratação, depois são cobertos com uma espécie de resina e são colocados em moldes com as formas desejadas para, depois, voltarem a ser desidratados


Arroz fervido, sopa de vegetais e massas são alguns dos elementos que Hoyan usou em sua última coleção, chamada Bio-Trimmings, que em tradução literal seriam algo como Bio-Enfeites 


Transformar restos de comida em detalhes de roupas é a aposta da nova coleção da estilista Hoyan Ip, que apresenta em Hong Kong sua mais nova proposta, elaborada com sobras

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Artista transforma lixo em casas móveis para moradores de rua

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Gregory Kloehn é um artista especial. O norte-americano dedica boa parte do tempo garimpando lixo em busca de matéria-prima para seu trabalho mui nobre: construircasas móveis para moradores de rua.
Primeiro, o artista seleciona materiais recicláveis para as pequenas criações arquitetônicas, que custam menos de US$ 100 cada. Para isso, selecionou um bairro industrial de Oakland, na Califórnia, conhecido como ponto de despejo ilegal de resíduos sólidos.
Depois de realizar a coleta, projeta abrigos com os materiais disponíveis. Mas o artista garante: cada estrutura é única. Os únicos pontos comuns são o tamanho reduzido, as rodas – para que a casa possa ser empurrada com facilidade – e o telhado inclinado para não acumular água da chuva.
Nas fotos ao final do post, você pode ver como ele deu destino aos resíduos com criatividade. A fundação pode ser feita de pallets, a janela pode ser uma tampa de máquina de lavar, uma porta de geladeira pode se transformar na porta de entrada…
O trabalho é tão valorizado que Kloehn agora recruta voluntários para ajudar a construir as casas móveis. No site do Homeless Homes Project*, é possível se candidatar ou doar dinheiro para a causa.
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Moda sustentável



Paula: "As roupas que não uso mais passo para outras pessoas, reformo, customizo" (Foto: Mauricio Morais)
Em tempos de pensar sobre atitudes de consumo consciente, neste exato momento – a menos que esteja nu – você está coberto de razões para refletir. Isso mesmo: até a roupa que lhe cobre o corpo pode fazer a diferença se, além da satisfação pessoal, você tiver uma pontinha de preocupação com a chamada sustentabilidade. Algumas etiquetas já trazem informações que permitem conferir se o pano em uso, além de fibras sintéticas e vegetais, tem por trás de sua produção atitudes que promovam bem-estar social e proteção ambiental. O setor têxtil já trabalha com tecidos feitos de fibra de garrafa PET reciclada, algodão orgânico, lona reutilizada e couro vegetal. Há pesquisas com palha de arroz, proteína de milho, e já existem roupas feitas de fibra de bambu, apesar de resultar de um processo químico que ainda gera controvérsias. Olhou nas etiquetas e não encontrou informação? Ponto negativo para o fabricante.

De acordo com Ana Cândida, diretora do Instituto Ecotece, um centro de estudos e desenvolvimento de práticas do vestir consciente, apesar do número crescente de pessoas preocupadas com a procedência do que consomem, esse mercado ainda se movimenta timidamente. “Não é fácil achar roupas feitas de tecidos ecologicamente corretos, os preços não são acessíveis e poucas empresas informam a história do produto ao consumidor.”

O tecido feito de poliéster de fibra PET, por exemplo, pode parecer estranho e dar a impressão de que pinica e é duro. Mas é macio e leve. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), 77 mil toneladas do plástico deixam de ser largadas anualmente no ambiente para virar matéria-prima de vestuário. Apesar disso, diante do pedido de uma camiseta feita desse tipo de poliéster, a reação mais comum dos vendedores é estranhar.

Hermes Contesino, da área de relações com o mercado da Abipet, afirma que a indústria têxtil já utiliza a fibra na produção de tecido há algum tempo, mas ainda alimenta preconceito quanto à qualidade dos produtos reciclados. “Nem é possível detectar a diferença entre o poliéster de PET e os outros, mas muitas empresas utilizam esse material e não divulgam.”

No dia-a-dia

A economista Paula Florêncio Miadaira afirma que a preocupação com o que veste e o comércio justo estão no seu cotidiano. “Compro camisetas de fibra PET, apesar de ser uma ‘moda’ seletiva ainda. As roupas que não uso mais passo para outras pessoas, reformo, customizo. Participo de trocas de peças com amigas e familiares, o que também aumenta nosso laço afetivo. Acho importante mudar de atitude na hora de consumir para diminuir o impacto ao meio ambiente”, diz Paula, que presta atenção na origem dos produtos. “Tem de ter responsabilidade social. Procuro conhecer o que há por trás do que visto.”

É esse tipo de preocupação que mantém a renda de Deolinda Fonseca dos Santos, de 42 anos. Ela trabalha há seis anos na Uniciclagem, cooperativa de reciclagem em Araras (SP), e há oito faz coleta para sobreviver. Todos os meses 42 trabalhadores recolhem mais de 50 toneladas de material – 10% são PET, que são vendidos para a unidade do grupo italiano Mossi & Guisolfi (M&G) em Indaiatuba (SP). O grupo atua também nos Estados Unidos e no México. Fabrica resinas para embalagens e poliéster como principal atividade, mas já aproveita PET reciclado na produção da fibra Alya Eco.
Deolinda e camiseta
Embalagens recolhidas pelas cooperativas são enviadas para a unidade de reciclagem da empresa, onde são separadas por cores e transformadas em flocos de poliéster e depois em fios. Só então virarão tecido e roupas. Deolinda diz nunca ter visto pronto o tecido feito com o plástico que recolhe: “Já ouvi falar disso e achei uma coisa muito boa, mas nem imagino como é”.

O designer gráfico Leonardo de Souza Santos, 28 anos, usa roupas que considera “corretas” quase todos os dias. Metade do seu guarda-roupa é de algodão orgânico, lona de caminhão, calças e camisetas de fibra PET, sapatos com borracha de pneu usado, calça de couro vegetal. “Os preços não são tão diferentes dos das roupas convencionais, mas se fossem iguais eu compraria mais. O problema é que há empresas que se aproveitam da ‘grife’ ecológica e colocam os preços lá em cima. Pesquiso e só compro quando acho o valor justo. Não estou preocupado em consumir mais, mas melhor, produtos que duram mais, são confortáveis e práticos.” Leonardo freqüenta a Ciclo Ambiental, loja no bairro de Santa Teresa, Rio de Janeiro. Lá são vendidas roupas cujas matérias-primas podem ter passado pelas mãos da catadora Deolinda.

A proprietária, Isabele Delgado, afirma que hoje a reciclagem é uma necessidade. “Precisa haver uma reorganização internacional nesse sentido, porque descartamos muito mais do que processamos.” Ela acredita que já é possível consumir esse tipo de produto: “Uma camiseta custa em média R$ 30, preço que se paga nos magazines. A classe média consegue consumir; mas o catador que resgatou o material reciclado não”.
A informação muda hábitos
A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) foi um marco na discussão da responsabilidade socioambiental. Foi lá que a empresária carioca Bia Saldanha lançou o treetap, ou couro vegetal, à base do látex extraído das seringueiras nativas da floresta amazônica. Trata-se de um aprimoramento do artesanato que os seringueiros já faziam. O seringueiro que extrai látex em larga escala recebe dos fabricantes da borracha em torno de R$ 2 por quilo; na destinação para o couro vegetal, o ganho chega a R$ 16. “As matérias-primas ecológicas e com compromisso social estão germinando os primeiros brotos agora, mas há muitas barreiras. É preciso criar cadeias produtivas que ainda não existem, capacitar pessoas. Eu sei que esse caminho é difícil e caro. À medida que aumentar a escala, diminuirá o preço”, explica Bia.

Ganhar escala é a meta fixada por Eber Lopes Ferreira, que há quatro anos investe na Coexis, uma fábrica de jeans e malhas com algodão orgânico e corantes naturais que não geram resíduos poluentes. No ano passado desenvolveu produtos para as marcas Redley e Cantão e em 2008 tem projetos para Fórum, Siberian e TNG. “Trabalhamos com pequenos agricultores que cultivam algodão com certificação de orgânico. É nossa quarta safra. A procura tem aumentado, 3% das 300 mil peças convencionais são orgânicas. A meta é chegar a 10% neste ano e a 40% em cinco anos”, afirma.

Há quase dois anos, Alice Zompero participou, com mulheres de diferentes comunidades de Santo André (SP), de oficinas no Instituto Ecotece. A entidade promoveu atividades para difundir a prática do vestir consciente e levar projetos empreendedores para fora das grandes empresas e marcas. “Trabalho há 20 anos como costureira e não sabia que muita gente morria por causa do agrotóxico do algodão. Hoje eu vejo uma malha e procuro sua origem, aprendi que é importante”, afirma. Alice já confeccionava peças de roupa à base de retalhos e fazia brinquedos com PET. “Mas não imaginava que servia para vestir.” Também customiza roupas usadas, reforma e muda completamente o visual. “É um jeito de consumir menos sem deixar de usar coisas bonitas”, explica.

Alice recebe encomendas de empresas, lojas e conhecidos. Sempre indica o tecido de poliéster reciclado. “Procuro passar o orçamento do tecido menos prejudicial ao meio ambiente. E os clientes acabam, quase sempre, gostando. Só de pensar que milhares de garrafas deixarão de entupir os bueiros já é o máximo.” E Dona Deolinda agradece: “A sociedade tem de perceber a importância disso para o meio ambiente e para a geração de empregos, como o meu.”

Tecendo o futuro


Toneladas de sobras de tecidos são descartadas no país todos os meses. A EcoSimple reaproveita essas aparas para criar um material reciclado de alta qualidade

Parece uma ideia simples: produzir e comercializar tecidos sustentáveis, que possam ser usados tanto na moda quanto na decoração. Mas foi preciso que três empresas diferentes - uma de fiação, outra de tecelagem e uma terceira focada em distribuição - se unissem para que surgisse a EcoSimple, especializada na reciclagem de tecidos. "Tem muita gente por aí que diz que faz tecido sustentável, mas não é verdade", diz Claudio Emídio Rocha, 40 anos, diretor comercial e um dos fundadores do negócio, com sede em Americana (SP). "Estão vendendo gato por lebre. O tecido da EcoSimple é feito com o mínimo de prejuízo para a natureza."

Para chegar a esse resultado, tiveram de superar alguns obstáculos. Foi necessário investir em novas tecnologias que adequassem a matéria-prima artesanal (aparas de tecido) ao processo industrial (tecelagem). Uma das soluções encontradas foi adicionar 15% de fibras de PET reciclado durante a fiação. "Dessa maneira, conseguimos fazer um fio mais resistente, pronto para o uso." Também foi realizado um trabalho de convencimento do mercado. "Muita gente pensa apenas no dia de hoje. Mas a indústria têxtil é uma das que mais agridem a natureza. Isso devia ser mais importante." Outro problema, segundo ele, é a falta de uma política de impostos adequada. "No setor têxtil não há isenções, como as que existem em outras atividades ligadas à reciclagem."

O negócio, que completou um ano de vida em setembro, deve faturar R$ 2,6 milhões em 2010 - em 2011, esperam chegar a R$ 12 milhões. "A tendência é de crescimento", diz Rocha. Recentemente, acertaram com o estilista Alexandre Herchcovitch a produção de uma linha de tecidos. Em breve a empresa deve fechar parcerias com duas importantes marcas de artigos esportivos. 
Marcos Camargo
FIOS SUSTENTÁVEIS 
O processo de fabricação começa com a coleta das aparas de tecidos dispensadas por empresas de Blumenau (SC). Esse material é levado para um centro de triagem em Navegantes (SC), onde famílias de baixa renda separam os tecidos por cor e tipo. A matéria-prima segue para Americana (SP), onde acontece a fiação: os fios são separados em cones e depois encaminhados para a etapa final, de tecelagem. 

PADRÃO DE QUALIDADE 
Funcionários vistoriam o processo para garantir a qualidade do resultado. O tecido produzido pela EcoSimple é totalmente sustentável. Já sua produção não utiliza água, produtos químicos ou corantes - a tonalidade vem das sobras de tecido originais. 

DE OLHO NA PRODUÇÃO 
Claudio Emídio Rocha, diretor comercial e um dos fundadores do negócio, supervisiona o processo de tecelagem: os teares transformam os fios em tecidos de diferentes cores, que serão usados na confecção de roupas, artigos esportivos e de decoração. 

RECICLAGEM HI-TECH 
Operadores abastecem as máquinas com os fios reciclados, já fortalecidos com a adição de fibras de garrafa PET: foi necessário adaptar a matéria-prima artesanal ao equipamento de última geração.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Eu, tu, eles nos vê

Talvez a resposta para que estão sendo negadas as ciclovias e combatida dia a dia o uso de bicicletas pelo povo, está escrito em um charge …

Como nós ciclistas vemos uma bicicleta? Um carro a menos. Considerando que um carro a menos significa mais ar puro para outras pessoas que estão ao seu redor, seria interessante pensar bem nisso…

Como a Industria Automobilística vê? Menos um carro a ser vendido, menos lucro…
Como a fretransportadora vê? Um RIOCARD a menos.
Como o Governo e prefeituras vêem ? Um IPVA a menos, uma inspeção veicular a menos…
Como O Sistema de Saúde vê?  Uma pessoa com problemas cardíacos a menos, menos obesos, também teriam menos doenças respiratórias como rinite , sinusite , asma e menos idas ao hospital, colocando o simples caso de que a pessoa que faz exercícios regularmente ficam mais imunes a doenças, seu corpo tem mais resistência.
Como a lei Seca vê? Menos Multas a serem aplicadas… Menos um provocador de mortes de pedestres e ciclistas e skatistas…
Procuro  unir-me aos Skatistas para conseguirmos uma pista, ciclofaixa ou ciclovia  até a Praça da Juventude… Muitos beneficiados existirão, principalmente se as cidades vizinhas aderirem ao mesmo plano!
Para os São Bernadenses, a cidade do automóvel, vai ser difícil dobrar a cabeça dos políticos já existentes, em bate papo com a Renata Falzoni… Mas os políticos esquecem que somos aqueles que além de ser a cidade do automóvel, também somos a cidade que tem o maior reservatório de água , “A Represa Billings” somos responsáveis pelo abastecimento de água na Grande São Paulo e nas 7 cidades que se denomina Grande ABCDRPM.
Como vêem a gente, vale para toda cidade do Brasil…
Ciclistas, amantes do ciclismo, esportistas, skatistas, patinadores,  unam-se a essa causa que está quase ganha…

Beyoncé vai ao seu show de bicicleta


 
Beyoncé deu exemplo de sustentabilidade e de mobilidade urbana. A cantora dispensou os carros de luxo e chegou em seu show Brooklyn’s Barclays Center de bicicleta. A diva publicou no Instagram uma foto montagem que mostra o trajeto feito até o local, cerca de cinco quilômetros de sua casa em Manhatam, Nova York.
- Eu fui de bicicleta para o Barclays para meu último show no Brooklyn -, escreveu ela.
Além contribuir com diminuição da produção de monóxido de carbono, ela ainda pratica uma atividade física. Exemplo a ser seguido. 
E aí, alguém se habilita a vir trabalhar de bike?



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Skol e as garrafas de aluminio



Skol  fazendo o maior sucesso com as inovadoras garrafas, além de sustentáveis, podem ser transformadas em diferentes objetos de decoração, a Skol Design.
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A garrafa de 473 mililitros terá cinco opções de estampas e estar disponíveis em praticamente todos os supermercados.
Junto com as garrafas, estão sendo vendidos kits de decoração, com peças que transformam o produto em luminárias, relógios, galheteiros, castiçais ou vasos. A ideia dos kits foi desenvolvida pela agência F/Nazca Saatchi & Saatchi.

“A Skol é a cerveja que dita tendências no mercado e já é percebida por este caráter de inovação.
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Identificamos que embalagens comuns têm sito usadas como porta-objetos e pensamos: por que já não entregar a solução completa, moderna e cheia de estilo?”, diz Maria Fernanda Albuquerque, gerente de marketing da Skol.
“Queremos que o consumidor identifique a Skol como uma marca de estilo de vida”.
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Tendências da arquitetura sustentável e construção

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O expert em sustentabilidade Jerry Nelson revelou para a revista Exame 7 tipos de projetos que serão tendências nos próximos anos na arquitetura sustentável e em construções. Veja a seguir os exemplos ilustrados.
Às vezes não é preciso fazer um novo projeto para torná-lo sustentável. E é disso que o Retrofit se trata: velhos edifícios renovados com práticas ecológicas. A ideia é mais rápida e consideravelmente mais econômica do que iniciar uma construção nova. Como exemplo, temos o maior jardim vertical de Londres, instalado em um hotel tradicional da cidade. A parede verde atinge 21m, é irrigada pela água da chuva e ajuda a filtrar o ar do bairro.
Nobremente batizada de “Victoria’s Green Lungs“, a parede viva faz alusão à monarca que comandou o Reino Unido até 1837.O projeto foi conduzido por Gary Grant, da consultoria ambiental Green Roof, a pedido da administração do distrito. A concepção do muro faz parte de um grande programa de urbanismo que pretende fazer da cidade um local mais agradável e ecologicamente correto. A falta de superfícies permeáveis e o excesso de concreto deixam a região propensa a inundações e acúmulo de poluentes. Assim, as plantas filtram o ar e são irrigadas pela própria água da chuva, que passou a ser acumulada em tanques de armazenamento feitos sob medida.
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A energia solar continua a ser um mercado lucrativo para o setor da construção, como também para o consumidor final. No Brasil, projetos e construções dotados de painéis solares podem significar um desconto ou até mesmo a criação de crédito perante a distribuidora de energia.
Se para uma casa as possibilidades já são atrativas, imagine para o Parkroyal, o primeiro hotel ecofriendly de Cingapura, equipado com luzes automáticas, painéis solares, sensores de movimento e coleta e reciclagem da água da chuva. Parkroyal é o primeiro hotel eco-friendly de Singapura. O projeto é assinado por WOHA Architects, que traz uma proposta mais tranquila, em meio ao país considerado como um dos melhores lugares do mundo para fazer negócios, segundo o Banco Mundial. O complexo é quase autossustentável. São cinco andares equipados com luzes automáticas, painéis solares, sensores de movimento, coleta e reciclagem de água da chuva.
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# 3 Mercado aquecido
Governamental, residencial, industrial, educacional ou comercial. Em qualquer campo, a sustentabilidade é a aposta para o setor da construção. E Nelson afirma – “Edifício verde é o tsunami do futuro que irá inundar todo o setor imobiliário”.
No Brasil não é diferente. No primeiro projeto da incorporadora Alphins em São Paulo, o toque ecológico encantou os moradores da Vila Madalena, que investiram cerca de R$ 900 mil reais nas unidades revestidas por jardins verticais na Zona Oeste da cidade.
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 Evitar o desperdício de energia é muito mais do que apagar as luzes quando sair. As novidades no mercado de construção – como a possibilidade de controlar as luzes a partir de um smartphone – e um bom projeto de arquitetura que valorize a entrada de luz natural com um bom esquema luminotécnico podem fazer toda a diferença.
Um projeto sustentável que ilustra bem diversas práticas ecológicas é o escritório desta empresa de headhunting no Japão, apelidado de Fazenda Urbana. Em todo o prédio foi instalado um sistema agrícola cultivado pelos próprios funcionários, com a ajuda de processos de irrigação automática.
O escritório conseguiu economizar 30% de energia ao combinar lâmpadas fluorescentes e LEDs.
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 Mais do que um planeta melhor, as construções verdes são sinônimo de status. Atualmente, arquitetos, projetistas e engenheiros estão em uma busca constante para obter um dos maiores certificados de construção sustentável, o LEED. No Brasil, o selo AQUA cumpre papel semelhante, avaliando a gestão ambiental das obras e as especificidades técnicas e arquitetônicas.
O bim.bon já publicou um projeto que recebeu classificação Ouro no LEED. É o Corus Quay Office (foto), que emprega mais de mil funcionários em um ambiente sustentável. Uns dos destaques do projeto são a parede vegetal que cobre cinco andares e um grande tobogã que incentiva os funcionários a dispensarem os elevadores.
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 A ideia de que a água potável é um recurso finito continua forte. Seja ao coletar a água da chuva, reduzir a vazão de torneiras e descargas ou ao instalar um telhado verde, as novas construções terão de remediar esta questão.
O processo de conscientização chegou até o renomado designer Philippe Starck, que fez uma parceria com a maior empresa de módulos pré-fabricados da Europa para criar uma série de casas que diferem em tamanho, número de ambientes, andares e layouts, unificadas por conceitos ecológicos.
Todas as casas da série foram concebidas para integrar tecnologias sustentáveis inteligentes, incluindo células fotovoltaicas, painéis solares, turbinas eólicas e coletores de água da chuva.
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 Construções autossustentáveis e até mesmo projetos que produzam mais energia do que consomem já são uma realidade.
Um exemplo da tendência é a Fab Lab House, um protótipo de moradia de madeira que se comporta como um organismo. Aqui, a eficiência não é só energética, mas sim de produção de sustento completo para os moradores, ao fornecer uma estrutura de plantio e fabricação de utensílios.
Uma competição internacional entre universidades do mundo todo foi o cenário de exibição da casa Fab Lab, gerada em prol de avanços de conhecimento em residências industriais e sustentáveis, com destaque para a eficiência e autossuficiência, não somente energética, mas que produz o sustento como um todo, produzindo ativamente ao invés de consumir passivamente.
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