POLPA MOLDADA

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quinta-feira, 3 de abril de 2014

"RELATÓRIO DA ONU PREVÊ "CATÁSTROFE AMBIENTAL" NO MUNDO EM 2050.


Depois de quase um ano distante, aqui estou eu! Não com as notícias que gostaria de ter, mas com as que precisam ser dadas.


Achei a seguinte notícia no site G1"RELATÓRIO DA ONU PREVÊ "CATÁSTROFE AMBIENTAL" NO MUNDO EM 2050.

Pobreza extrema deve ser motivada também por degradação do planeta. Estima-se que mais de 3 bilhões vivam na miséria nos próximos 37 anos. É o que prevê o Relatório de Desenvolvimento Humano 2013 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Infelizmente,  essa condição demográfica e social seria motivada também pela degradação do meio ambiente e pela redução dos meios de subsistência, como a agricultura e o acesso à água potável.

De acordo com o texto divulgado, os desastres naturais estão se intensificando em todo o mundo, tanto em frequência quanto em intensidade, causando grandes danos econômicos e perdas humanas.
O relatório do Pnud ressalta, ainda, que os governos precisam estabelecer acordos multilaterais e formular políticas públicas para melhorar o equilíbrio das condições de vida, permitir a livre expressão e participação das pessoas, administrar as mudanças demográficas e fazer frente às pressões ambientais.
Um dos grandes desafios para o mundo, segundo o texto, é reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa. Apesar de os lançamentos de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera parecerem aumentar com o desenvolvimento humano, alguns países  têm aumentado  o desenvolvimento, sem exercer uma pressão insustentável sobre os recursos ecológicos do planeta. Porém, responder globalmente a esse desafio exige que todas as nações adaptem suas trajetórias.
Os países desenvolvidos, por exemplo, precisam reduzir a chamada "pegada ambiental", ou seja, quanto cada habitante polui o planeta (como se fosse um PIB do meio ambiente). Já as nações em desenvolvimento devem aumentar o IDH, mas sem elevar essa pegada. Na visão do Pnud, tecnologias limpas e inovadoras podem desempenhar um papel importante nesse processo.
Alguns países estão desenvolvendo e compartilhando novas tecnologias verdes. A China, o quarto maior produtor de energia eólica do mundo em 2008, é também a maior fabricante global de painéis solares e turbinas para geração de energia pelo vento. E, na Índia, os investimentos em energia solar aumentaram 62% em 2011, chegando a US$ 12 bilhões (R$ 24 bilhões) – os maiores do planeta. Já o Brasil elevou seus investimentos tecnológicos para energias renováveis em 8%, chegando a US$ 7 milhões (R$ 14 milhões). Mas, apesar de muitas iniciativas promissoras, existe ainda uma grande diferença entre as reduções de emissões necessárias e essas modestas promessas, destaca o Pnud.
Depois disso, é hora do mundo perceber que não é só  "modinha sustentável", mas que todos devemos  fazer alguma coisa, mesmo que seja um pequena ação, pois,  como diz o velho ditado: "de grão em grão a galinha enche o papo", e neste caso, o papo é enorme!

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