POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

quarta-feira, 30 de abril de 2014


Sistema consegue produzir oxigênio equivalente a uma floresta


O Urban Algae Canopy utiliza microalgas e um sistema de controle digital para produzir oxigênio via fotossíntese.

Segundo os desenvolvedores, o sistema é capaz de produzir a mesma quantidade de oxigênio liberada por uma floresta de quatro hectares.

Desenvolvido em seis anos pelo ecoLogicStudio, a estrutura formada por microalgas utiliza uma soldagem especial para o controle do comportamento da água, que flui pela estrutura e alimenta os micro-organismos.

Animais Vivos Embalados à Venda na China



Quando se pensava que a idiotice humana não podia ir mais longe (já Einstein dizia que a estupidez humana era "infinita") eis que na China alguém se lembrou que seria boa ideia vender animais de estimação... numa embalagem de plástico selada!




IDEIAS  SUSTENTÁVEIS






Preocupado com os objetos poluentes de difícil degradação, o estudante desenvolveu um projeto mobiliário diferenciado, útil e que ofereça conforto, versatilidade, beleza e estilo.






O momento é de ação

O Planeta chega ao Dia Mundial do Meio Ambiente em momento crítico. É preciso agir e agir agora, para minimizar os impactos da sociedade de hoje sobre as futuras gerações.
Num momento em que a Natureza se apresenta especialmente inquieta, com manifestações causadas ou não pelo Homem – mas que cobram um preço alto em vidas –, tais como furacões furiosos, enchentes devastadoras, deslizamentos letais, invernos glaciais, chegamos ao Dia Mundial do Meio Ambiente chamando não somente à reflexão, mas, principalmente, à ação de todos em defesa da vida.

05 DE JUNHO :: DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE


Celebrado em 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em todo o mundo para incentivar ações positivas para o meio ambiente.

Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser celebrado em 1972, no dia da abertura da Conferência de Estocolmo, e se tornou um dos principais veículos das Nações Unidas para estimular a consciência global sobre meio ambiente e encorajar iniciativas. Por meio da comemoração, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) pode sensibilizar as pessoas sobre os problemas do meio ambiente e fazer com que todos percebam a sua responsabilidade e também seu potencial em se tornar agentes pelo desenvolvimento sustentável e igualitário.
As iniciativas de qualquer perfil são importantes para favorecer a sustentabilidade, e o PNUMA convida todos a se juntar a esta celebração. Organize a limpeza comunitária de um espaço público, reduza o uso de sacolas plásticas, combata o desperdício de alimentos, procure formas alternativas de transporte… Tudo isso conta!





terça-feira, 29 de abril de 2014


Economia e Meio Ambiente: realidades na sustentabilidade do desenvolvimento





“Embora a inquietante realidade ambiental seja por muitos ainda ignorada ou menosprezada, torna-se cada vez mais evidente que, quanto a seus rumos futuros, a Humanidade se defronta com um gravíssimo dilema nos tempos atuais.” (CÂMARA,1996)
A discussão que segue possui o caráter claro de reiterar as análises críticas e prospectivas sobre a questão sócio ambiental e sua intrínseca relação com a dinâmica econômica dos países no mundo. O destaque que é efetuado menciona o Brasil como um celeiro de biodiversidade, recursos naturais, e, com uma economia que apresenta diagnóstico medíocre quanto à relação economia-meio ambiente.
Não há dúvidas de que mecanismos para superação de quadros críticos relacionados à produção e uso dos recursos naturais; aos efeitos que as etapas produtivas geram no espaço ambiental e econômico – nesta ordem –, são desenvolvidos, aplicados e implantados, porém com uma eficácia que distancia do êxito que é devido.
Nesse sentido, não obstante às várias reuniões mundiais em que o tema meio ambiente era pauta, nos últimos anos a preocupação em alinhar necessidades de consumo e/ou de produção com o uso dos recursos naturais (minério, água, florestas e, sobretudo em destaque, o petróleo), esteve e está presente.
Portanto, foi atado um laço de comprometimento conduzido por todos os interessados no mundo (ONG’s, Grandes Corporações, Governos e Organismos Internacionais) que provocou uma comoção internacional direcionada à relação economia-meio ambiente, que gerou reformulações quanto ao aspecto jurídico, político social, econômico e, sobretudo, de mercado. É nesse viés, que o surgimento de um ‘novo paradigma sócio ambiental’ é erguido para a condução do desenvolvimento sustentável.



Ainda em fase de regulamentação, o novo Código Florestal vai impor retrocessos para a conservação de ecossistemas brasileiros. De acordo com pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, o texto reduzirá em 58% a área desmatada que deveria ser recuperada.

Assim, dos 50 milhões de hectares que deveriam ser restaurados apenas 21 milhões deverão ser restaurados. O novo código vai anistiar 29 milhões de hectares de florestas devastadas de forma ilegal antes de 2008.

Segundo o artigo dos pesquisadores liderados por Britaldo Soares-Filho, a lei também permite a possibilidade do desmatamento de outros 88 milhões hectares de florestas brasileiras.

O novo código vai afetar especialmente a Mata Atlântica, que só possui de 12% a 16% da sua formação original. Convém lembrar que esse é o bioma do Sul da Bahia, região que mantém um dos poucos redutos desse tipo de floresta. 

Por outro lado, o artigo elogia os mecanismos de compensação de desmatamento previstos pelo novo código.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Sustentabilidade precisa conquistar o coração dos consumidores




Ecochato, natureba, biodesagradável… Não é de hoje que piadinhas refletem o conflito entre o apelo fácil e sensual do consumismo e o discurso geralmente moral e limitador de quem, querendo ser sustentável, acaba ficando insuportável. A fantasia coletiva e o desejo individual falam mais alto que o fato evidente de que – como decorrência dos limites planetários – o modelo de produção e consumo que nos trouxe até aqui não será capaz de prover bem-estar aos bilhões de pessoas que, de fora, assistem à festa dos incluídos. E agora? Como mudar um sistema no qual – por convicção, ilusão, conveniência ou falta de opção – aposta a maioria da humanidade?
O difuso movimento pela sustentabilidade enfrenta um duplo desafio: não só mostrar que superou a dicotomia ambiental versus social mas também não ser visto como um estraga prazeres retrógrado, saudosista e excludente. Na publicação de pesquisa realizada pelo Instituto Akatu, em 2010, resumimos uma proposta:
“Para ganhar os corações, mentes e bolsos dos consumidores, a Sustentabilidade, a RSE e o Consumo Consciente precisam ser apresentados não como conceitos sofisticados, mas traduzidos em práticas e propostas concretas. E essas não podem ser percebidas pelo público como imposições restritivas, mas sim como uma boa alternativa ao consumismo vazio, angustiante e insustentável. Vistas como o caminho mais curto, barato e desejável rumo à felicidade, que é, ao final, o que todos almejamos”.
Em 2012 o Akatu realizou nova pesquisa, avançado nesse caminho com metodologias inéditas na área. O relatório Rumo à Sociedade do Bem-Estar resume seus resultados, e traz interessantes perspectivas, com destaque para uma “priorização de desejos” utilizando o modelo de Escalonamento por Máximas Diferenças, mais conhecido como MaxDiff. Trata-se uma ferramenta amplamente utilizada no marketing para mensurar quanto certos atributos desejáveis são mais (ou menos) preferidos pelo público quando comparados a outros atributos, também desejáveis.
RESULTADOS PROVOCANTES
Sem saber que o assunto era sustentabilidade, 800 consumidores de todo o Brasil, das classes A, B, C e D, priorizaram 16 “desejos”, sobre oito temas do seu cotidiano. Os entrevistados também não tinham como saber que esses “desejos” apontavam para caminhos diferentes: metade rumando para uma sociedade mais sustentável, metade seguindo o atual modelo consumista. O que se viu foi surpreendente e animador: em todas as classes de renda (e também de idade, região etc.) predominou a preferência pelo “caminho sustentável” (veja gráfico ao lado). A publicação do Akatu traz conclusões detalhadas, e pode ser baixada aqui. Sem deixar de reconhecer possíveis limitações, é uma metodologia consistente, que trouxe resultados provocantes. Um exemplo ilustra bem a situação encontrada: misturadas entre as 16 frases que representavam os “desejos” propostos aos entrevistados, estavam as seguintes: “Quero ter tempo para estar junto com as pessoas de que gosto” e “Quero comprar presentes para agradar as pessoas de que gosto”.
Evidentemente, a primeira frase aponta para um caminho mais sustentável, enquanto a segunda reproduz o consumismo vigente. Numa escala de 0 a 10, o índice médio de preferência dos consumidores da classe A pela primeira frase foi de 9,5 e, pela segunda, 2,2. Na classe B, esse placar foi 8,8 contra 2,2. Na classe C, 8,2 contra 2,6 e, na classe D, 7,6 contra 3,3.
Importante notar que essas frases estavam misturadas com todas as demais, e não foram confrontadas diretamente entre si (o que poderia trazer o viés da resposta “politicamente correta”).
Os dados mostram que, quanto mais baixa a renda, menor a diferença na preferência dada ao caminho sustentável frente ao consumista (um resultado esperável, considerando-se a carência e a frustração de quem vive à margem da festa do consumo). Mas mostram também que, apesar disso, mesmo entre os mais carentes, não é o consumismo que mais diretamente dialoga com as aspirações dos entrevistados, mas sim os valores do bem-estar e do bem viver.
Para quem trabalha por uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável, a boa notícia é que há demanda pelo que temos a oferecer. O desafio, que persiste, é traduzir nossa mensagem: em vez de frustrar sonhos e castrar aspirações com um discurso apocalíptico ou por demais racionalista, aprender a falar ao desejo do consumidor, a mostrar caminhos atraentes e viáveis. Reconhecer a voz das ruas e dialogar com ela é o primeiro e necessário passo.

Sustentabilidade e empreendedorismo ! Desenvolvimento !

Empreendedorismo e sustentabilidade, são dois conceitos muito abordados atualmente, porém quase sempre em contextos separados, mas e se juntássemos tudo numa coisa só? Empreendedorismo Sustentável? Existiria isso? A resposta é sim, mas antes de abordarmos esse termo vale relembrar cada um destes conceitos.
Empreendedor é o termo utilizado para qualificar, ou especificar, principalmente, aquele indivíduo que detém uma forma especial, inovadora, de se dedicar às atividades de organização, administração, execução; principalmente na geração de riquezas, na transformação de conhecimentos e bens em novos produtos – mercadorias ou serviços; gerando um novo método com o seu próprio conhecimento.
Sustentabilidade baseado no conceito desenvolvimento sustentável segundo o relatório elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, organizado pela ONU em 1983 “é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade
de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades.”
Realizando uma junção destes dois conceitos chegamos finalmente ao termo Empreendedorismo Sustentável que pode ser definido de maneira simples como “um fazer acontecer” que além de levar em conta o interesse próprio dos empreendedores, também se preocupa com os anseios das outras pessoas, das futuras gerações e do Planeta.
Um empreendedor dispõe de muitas qualidades que o fazem criar e levar seu próprio negócio ao sucesso sem medir esforços, mas a pergunta que se deve fazer é: Esses esforços e ações visando o sucesso do empreendimento afetam o meio ambiente? Muitos empreendedores alcançam o sucesso através do consumo exacerbado, práticas de produção predatórias, exploração da mão de obra, devastando áreas ambientais entre outras práticas irregulares.
Ser um empreendedor e querer o sucesso a qualquer custo é condenável, para que o empreendedorismo sustentável ocorra deve-se atender 3 princípios básicos: Ser economicamente viável;Ser socialmente Justo e ambientalmente correto.Por isso os denominados empreendedores devem incorporar ações relacionadas à sustentabilidade no dia a dia da empresa; reduzir o consumo de energia e seus insumos;exigir e se relacionar com fornecedores que também estejam atentos as práticas sustentáveis;dar vida nova ao lixo produzido;procurar formas alternativas de energia entre outras práticas baseadas na filosofia que aqui chamarei de 4 R`s (Reduzir,Reutilizar,Reciclar e Recuperar).
Podemos encarar o termo “Empreendedorismo Sustentável” como uma nova visão, que deve ser adotada pelos empresários, estes detentores de características como visão estratégica, inovação, criatividade, poder de decisão, devem fazer uso correto destes atributos positivos e agir de maneira sustentável pensando além de seus próprios interesses.
Para os que se interessarem pelo assunto vale a pena conferir o trabalho "O empreendedorismo sustentável como fator primordial para a sobrevivência e prosperidade organizacional"



“A base de toda a sustentabilidade é o desenvolvimento humano que deve contemplar um melhor relacionamento do homem com os semelhantes e a Natureza.”

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O que podemos fazer para garantir a sustentabilidade?





Duro e necessário, “A humanidade contra as cordas” lança o debate: O que podemos fazer para garantir a sustentabilidade e evitar a decadência de nossa civilização? Nosso modelo atual é compatível com um desenvolvimento sustentável? Eduardo Felipe Matias analisa aqui a questão ambiental sob a ótica da crise financeira e mostra que uma não apenas influi na outra, mas se originam, ambas, da mesma mentalidade predatória e dos mesmos incentivos perversos.
Ao relacionar a sustentabilidade à globalização, o autor disseca a natureza e a governança corporativa das empresas transnacionais, explicando como estas podem ser pressionadas e persuadidas a se tornarem, elas mesmas, agentes transformadores. Em outra esfera, avalia o papel do Estado e sua responsabilidade em criar, nacional e internacionalmente, normas capazes de reverter o quadro atual e promover a economia verde.
Lembra, ainda, que a luta contra as mudanças climáticas depende de uma governança global eficiente por meio de vários atores – entre eles, o G 20, a OMC e a ONU – e diversos instrumentos – como o uso das redes sociais, a tributação das emissões de carbono e o estímulo à inovação tecnológica. E alerta que a enorme mudança necessária para deter o aquecimento global depende, acima de tudo, de vontade política.



Educação para a Sustentabilidade


Poluição. Desmatamento. Reciclagem. Preservação.
O que essas palavras significam para você?  Sustentabilidade? Reveja seus conceitos! 
Nós modificamos os nossos, ao entrarmos no projeto “Educação para a Sustentabilidade”.
Sustentabilidade engloba também os conceitos sociais e econômicos. Pequenas ações diárias podem fazer toda a diferença para o ambiente; apagar as luzes, fechar a torneira e reciclar, por exemplo. Mas, para fazer um mundo sustentável, é preciso ultrapassar o limite ambiental e atuar em outras áreas, como na econômica, consumindo conscientemente, e na social, diminuindo as desigualdades, só para citar dois exemplos.
Além disso, aprendemos que apenas saber não basta. É preciso agir. Demos nosso primeiro passo, criando esse blog. Prestigie!
 “Um mundo sustentável é ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.”

quarta-feira, 23 de abril de 2014



Exercer sua cidadania não significa reclamar do que não está certo. É também conservar seu patrimônio, preservar o meio ambiente e principalmente respeitar o próximo!!!





Existe um mundo desconhecido e inesperado nas profundezas do mar. Um desses casos é a floresta submersa no Lago Kaindy, localizado entre as montanhas Tian Shan do Cazaquistão. Seria um lago comum se não fossem as pontas secas de árvores projetadas para fora do nível da água, o que já nos deixa bem intrigados.



Dieta sustentável!

Aproximadamente um bilhão de pessoas passam fome nos dias atuais. O que produzimos é suficiente para atender às necessidades da população, porém, a distribuição e manutenção desses produtos não é adequada. Por esse e outros motivos, o preço dos alimentos não para de subir, o que favorece o baixo consumo das pessoas mais pobres que não tem condições de comprá-los.

A tendência é que essa demanda aumente cada vez mais: em 2050 a população mundial terá aumentado entre 2 a 3 bilhões, o que consequentemente aumentará a necessidade de produção alimentar. Alimentos básicos para a nossa dieta, como carnes, grãos, vegetais e frutas, sofrerão de uma inflação e requerimento muito grande. Além disso, a agricultura se tornou a principal ameaça ecológica do planeta: desmatamentos desenfreados, cultivo de terras pouco produtivas e a instalação de industriais em regiões frágeis. 



terça-feira, 22 de abril de 2014




DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL SUSTENTÁVEL

O desenvolvimento ambiental significa obter o crescimento econômico necessário, para garantir a sustentabilidade, e para que esse tipo de desenvolvimento aconteça é necessário que haja um equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e o desenvolvimento ecológico, alem da justiça social, acesso a serviços de qualidade e o uso racional dos recursos da natureza.
Uma sociedade se define não só pelo que cria, mas pelo que se nega a destruir. - John C. Sawhill, ambientalista
Onde não há respeito pelo ser humano, dificilmente haverá cuidados com a natureza e o meio ambiente. - Sérgio Abranches, cientista político

Sustentabilidade? Show me the money!



Thinking Green


Quem pensa na carteira antes de pensar no planeta pode se tornar um grande advogado da sustentabilidade. Sério. É claro que isso não se aplica a um psicopata corporativo, uma daquelas figuras que buscam o resultado do trimestre a qualquer custo, mesmo que seja vendendo produtos cancerígenos às crianças. O raciocínio se aplica, simplesmente, à grande maioria dos executivos com formação financeira ou de gestão, que estão, sim, preocupados com o bônus do ano que vem, mas também não querem ser engolidos por catástrofes como a explosão, no ano passado, de uma fábrica em Bangladesh que era fornecedora de JC Penney e Walmart. "Sustentabilidade", entre outras coisas, significa trabalhar com menos risco, reduzir desperdícios e reciclar insumos ao máximo, coisas que qualquer gestor eficiente fazia muito antes que esse conceito tivesse sido inventado.
Certa vez um CEO, apresentando o diretor de sustentabilidade de sua empresa a um colega, disse ironicamente que ele havia sido contratado "dentro da cota de inclusão de hippies". Hoje, pelo olhar que o mercado financeiro dedica às empresas, essa cota deve aumentar muito. Cada vez mais a demanda por informações de ambientais e sociais faz parte do dia a dia de analistas, administradores de fundos e investidores profissionais. A Bloomberg, maior rede mundial de informações econômicas, armazena dados de sustentabilidade das 10 mil maiores empresas do planeta. Onde os hippies corporativos falavam com palavras do jargão verde, como "pegada de carbono", "questões de gênero" e "trabalho digno", os financeiros e jurídicos traduzem esses termos para sua língua, como "gestão de riscos", "processos por assédio" ou "crise de reputação".
Ou seja, quando alguém perguntar a você porque se preocupa com sustentabilidade, pode responder: porque eu gosto de dinheiro. Não será mentira.

MODA – SUSTENTABILIDADE NO SPFW

No terceiro dia do São Paulo Fashion Week, que aconteceu semana passada, um dos maiores nomes da moda brasileira, Ronaldo Fraga, em parceria com a empresa Rhodia, lançou o primeiro fio biodegradável do mundo. O fio se desintegra 50% em pouco mais de um ano dentro de aterros sanitários. O lançamento é exclusivo, inédito e tem tecnologia brasileira.
Segundo o estilista, é o início da revolução dos materiais para o vestuário do século XXI.
O fio, que mantém a qualidade da poliamida, tem toque macio, é confortável, absorve a umidade e tem fácil manutenção. A previsão para chegada ao mercado é em maio.


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Frase de Sustentabilidade

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Rio +20

O que é a Rio +20?
Rio+20 foi um projeto idealizado pela política, também conhecido como “Confederações das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável” para discutir com mais de 190 países, a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável. Mas o que isso realmente significa? É uma reunião da ONU com mais de 190 países para discutir como o mundo poderá crescer economicamente, tirar pessoas da pobreza e preservar o meio ambiente – tudo isso ao mesmo tempo. Nesse projeto foram escolhidos dois temas centrais: a economia verde, com um novo modelo de produção que degrade menos o meio ambiente, e a governança internacional, que indicará estruturas para alcançar este futuro desejado. 

Essa reunião acontece no Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho. Ela é chamada assim porque vai dizer o que queremos para o futuro da humanidade, mas também marcam os 20 anos da Rio92 ou ECO92. Esta é uma conferência símbolo no mundo todo, pois trouxe a discussão sobre diversos temas importantes para o futuro da população tais como: reciclagem de lixo, preocupação com poluição e o desmatamento, além da preocupação com o desenvolvimento sustentável tanto social e econômica como politicamente.


O que é desenvolvimento sustentável? 
A definição mais aceita para o desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, ou seja, o tipo de desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.



Sustentabilidade nossa de cada dia



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Encontrei essa foto outro dia na internet e fiquei pensando na importância dessa frase, enquanto montava uma palestra para crianças.
Como fazê-las entender a importância da sustentabilidade? Daí pensei: tudo envolve sustentabilidade. O que é meio ambiente? Tudo que está no nosso entorno. O que está perto, o que está longe.
Quando penso em sustentabilidade penso no macro, mas principalmente nos nossos micro mundos. Pois é com pequenas ações que as grandes tomam forma. Não se começa uma casa pelo telhado.  Quando cuidamos do nosso entorno estamos também cuidando do Planeta.
Quando guardo o papel de bala dentro da bolsa faço uma micro ação que terá repercussão na vida em todo o Planeta. Porque minha ação se juntará à de outro, de outro e de outros… Num crescendo que envolverá, seguramente, todos que vivem no Planeta
Mas dentro do Planeta estão quem? Nós, todos nós. Os que amamos e os que ignoramos. Todos juntos. É um mesmo barco.
Um barco onde remamos juntos. Pra onde? Para um futuro melhor, com mais qualidade de vida.
E precisamos remar rápido e com mais força!


quarta-feira, 16 de abril de 2014

A RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL SIGNIFICAM UM COMPROMISSO COM A VIDA "PRESERVE"








Sustentabilidade Insustentável





Nas últimas décadas este assunto tem sido discutido internacionalmente, tanto, que cheguei a pensar que já tivesse sido esgotado; porém, quando nos deparamos com tragédias sem precedentes como os deslizamentos das encostas serranas do Rio de Janeiro, acontecidos na semana passada,  percebemos que ainda há muita coisa a ser feita, para que essa situação possa ser revertida.
No meu entender, o cerne da questão está no equilibrio ambiental que começou a ser afetado, desde que o homem desafiou a Deus, pensando que já havia adquirido conhecimento suficiente, para se auto-sustentar. Nesse desentendimento com seu Criador e por insubmissão às ordens, regulamentos e regimentos internos do “lar” que Deus criou para que habitássemos juntamente com Ele, o homem não teve outra escolha a não ser sair de casa e “conhecer o mundo”.



O que é sustentabilidade geográfica?

Sustentabilidade pode ser definida como o conjunto de atividades e decisões humanas que possam garantir as nossas necessidades sem comprometer desnecessariamente o espaço em que vivemos. Essas ações estão relacionadas tanto ao presente, como ao futuro, pois tem como grande preocupação a preservação do meio para as próximas gerações. 

sustentabilidade geográfica visa relacionar os aspectos ambientais com a ação humana sobre o relevo, clima, vegetação, fauna, etc. É uma questão difícil, já que, ao mesmo tempo que buscamos a exploração e a industrialização, precisamos preservar os recursos ambientais.


Ela está ligada à sustentabilidade ambiental, porque ambas são drasticamente modificadas pela devastação. Por isso, medidas ecológicas e econômicas para a manutenção dos nossos patrimônios devem ser tomadas urgentemente, porque isso cabe como um bem público e não privado.



Importância da sustentabilidade empresarial


Além de respeitar o meio ambiente, a sustentabilidade empresarial tem a capacidade de mudar de forma positiva a imagem de uma empresa junto aos consumidores. Com o aumento dos problemas ambientais gerados pelo crescimento desordenado nas últimas décadas, os consumidores ficaram mais conscientes da importância da defesa do meio ambiente. Cada vez mais os consumidores vão buscar produtos e serviços de empresas sustentáveis. 






Vale apena ressaltar que, sustentabilidade empresarial não são atitudes superficiais que visem o marketing, aproveitando a chamada “onda ambiental”. As práticas adotadas por uma empresa devem apresentar resultados práticos e significativos para o meio ambiente e a sociedade como um todo.


Fundação comandada por Brad Pitt constrói casas ecológicas


Brad Pitt e a mulher, Angelina Jolie, estão sempre com seus nomes ligados a causas humanitárias pelo mundo. Além das visitas a países subdesenvolvidos para ver de perto a situação de famílias carentes, o ator também demonstra sua preocupação ambiental pelo planeta.
Após o furacão Katrina ter atingido a região metropolitana de Nova Orleans, nos EUA, em agosto de 2005, o ator fundou em dezembro do ano seguinte a Make It Right Foundation, que levantou fundos para construir casas sustentáveis e ecologicamente corretas a preços acessíveis para as famílias que perderam tudo na tragédia.


   Reprodução
Brad Pitt e as casas ecologicamente corretas construídas


  Getty ImagesGisele Bündchen pode ser a estrela do Fórum Mundial de Sustentabilidade









terça-feira, 15 de abril de 2014

WHAT A WONDERFUL WORLD (Louis Armstrong special movie) -English version



QUE MUNDO MARAVILHOSO


Faça a sua parte! Guarde o óleo usado em garrafas PET

Dicas sustentabilidade: Não jogue no ralo de sua pia o óleo de fritura sujo, pois pode entupi-lo, Veja como enviar o óleo de cozinha para reciclagem.

O óleo de cozinha pode contaminar o solo e a água. Aproximadamente, 1 litro de óleo polui mais de 20 mil litros de água, por isso é muito importante descartá-lo de forma correta. Guarde o óleo usado em garrafas PET e procure estações de coleta. Cooperativas usam este óleo para a produção de combustível, sabão e outros produtos.
Não jogue óleo na pia.

RECICLE, JUNTE-O EM GARRAFAS PET. 

Não jogue óleo de fritura na pia.
Faça a sua parte! Armazene o óleo de fritura utilizado na sua casa em garrafas PET e destine ao posto de coleta mais próximo da sua casa.

PLS reunirá 11 executivos de sustentabilidade no Tucarena, em São Paulo





Apresentar as histórias e os aprendizados dos líderes que, efetivamente, “põem a mão na massa” para inserir a sustentabilidade na cultura corporativa. Essa é a proposta do encontroPlataforma Liderança Sustentável – Versão Executivos, que acontece no Tucarena, em São Paulo, no dia 29 de abril. O movimento, que já conta com 30 presidentes de grandes empresas, incorpora, assim, 11 novos executivos – aqueles que, na prática, são os responsáveis por concretizar as macrovisões de sustentabilidade dos CEOs no cotidiano das companhias.

segunda-feira, 14 de abril de 2014



MEIO AMBIENTE: COISAS SIMPLES QUE AS CRIANÇAS PODEM FAZER PARA SALVAR A TERRA.



A poluição da água

I

ÁGUA, ÁGUA
            O planeta Terra é composto principalmente de água. Os oceanos cobrem a maior parte dele – e existem lagos, rios, córregos e até mesmo água subterrânea. Toda a vida da Terra – desde o menor dos insetos até a maior das baleias – depende dessa água. Ela é preciosa.
         Mas não estamos fazendo um bom trabalho para manter a água limpa. Em muitos lugares a água tornou-se poluída

RIOS E LAGOS
            Os rios e lagos são poluídos pelo lixo, esgoto ou por produtos químicos tóxicos despejados neles.

SUBSOLO
            A água do subsolo pode ser poluída pela gasolina ou outros líquidos nocivos que penetram no solo. Alguns fertilizantes e agrotóxicos usados nas fazendas e em gramados também se infiltram através do solo.

OS MARES
         O oceano, que é a moradia de muitos tipos de vida, vem sendo usado há muito tempo como um lugar para se jogar lixo e produtos químicos tóxicos. Ele também está ficando poluído.


O desenvolvimento sustentável, a ética e o meio ambiente.

desenvolvimento sustentávelSobre desenvolvimento sustentável, existe hoje um consenso. A Confederação Nacional da Indústria e o Centro Nacional de Tecnologias Limpas (CNTL) e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEDBS), hoje apresentando um site mais amplo através do IBV (Instituto Brasil Verdade), repassam claramente estas questões. SATO e SANTOS (1996) e CAVALCANTI (1995) resgatam a necessidade cada vez maior de reciclagem das matérias primas, associada a políticas de otimização do uso de recursos hídricos e programas de eficiência energética. Também são relevantes tratamento de efluentes líquidos com contaminações químicas, programas de gestão de resíduos sólidos que facilitem e estimulem os procedimentos de reutilização e reciclagem e as ações de monitoramento atmosférico na emissão de poluentes no ar.Isto tudo interfere decisivamente nas questões ambientais e não adianta uma nova visão filosófica e científica das relações que determinam nova visão das leis que controlam o delicado equilíbrio da Terra e do próprio universo, se estes conceitos não servirem para criar uma nova visão de sustentabilidade que fuja das definições simplificadas e até mesmo primárias.De alguma forma todos precisam reciclar sua concepção cartesiana de mundo e não mais resumir a vida num fluxograma de compra, venda, lucro, reciclagem geral de materiais, arremedos de recuperações que nunca mais atingem qualquer equilíbrio relevante e fim.O caminho da sustentabilidade tradicional está baseado no princípio de utilizar os recursos naturais sem comprometer a vida das gerações futuras. E os recursos naturais são finitos e precisam de uma abordagem que considere esta realidade como premissa. Mas de alguma forma e em algum momento precisam incorporar os conceitos de complexidade das relações, fundamental ao desenvolvimento de ações ambientalmente significativas, uma vez que o meio ambiente pode ser definido como o conjunto de relações entre os meios físico, biológico e antrópico.A tendência moderna é de gestão integrada que significa associar saúde ocupacional, segurança do trabalho e proteção ambiental, com ações sociais que priorizem a melhoria da qualidade de vida das populações que integram grupos de partes interessadas (“stakeholders”), quer sejam consumidores, clientes, acionistas, vizinhos, integrantes de associações comunitárias ou outros. É condição sine qua non, e meta de difícil alcance, a solidariedade: o sistema não funciona se houver desequilíbrio entre os interesses dos diferentes membros do grupo.A grande maioria das empresas e organizações tem procurado se adaptar a esta realidade e evitado compartilhar discussões semânticas sobre a natureza das ações que pratica. Não tem importado se as ações são ambientais, socioambientais, de segurança do trabalho, saúde ocupacional, ou ações sociais. Mas precisa evoluir para uma abordagem mais holística que inclua no cotidiano das compreensões e das ações, o entendimento de que relações são complexas, nem sempre são lineares e produzem princípios novos, chamados de emergentes.As demandas são maiores do que as formulações e a realidade cotidiana. Primeiramente, é necessário atender as solicitações mais simples e mais visíveis representadas pelas abordagens tradicionais e depois deixar que os conceitos se ampliem.Mas é de fácil entendimento perceber que a nova visão tem que integrar a realidade cotidiana de empresas e organizações que tanto tendem a simplificar suas abordagens, especialmente as ambientais. A abordagem ambiental é especialmente percebida quando integra uma estratégia de comunicação que abrange a imagem da organização. Quando inserida neste contexto, acionistas, administrados e “stekaholder” em geral percebem as vantagens de posicionamento de imagem que contemple responsabilidade socioambiental.Portanto não é difícil imaginar que este novo posicionamento seja integrado por uma nova visão, abrangente, sistêmica e holística, cujo discurso até pode ser mais facilmente compreendido por amplas parcelas da população que não tem treinamento rígido em sistemas cartesianos e não percebe no racionalismo científico ocidental respostas para todas as suas ansiedades cotidianas ou difusas.




AM PROPÕE UNIÃO PARA ELABORAÇÃO DE CARTA DA AMAZÔNIA PARA RIO + 20


O governo do Estado pretende organizar eventos para unir os estados na elaboração da Carta da Amazônia Brasileira para a Rio + 20.