POLPA MOLDADA

POLPA MOLDADA
Polpa Moldada

quarta-feira, 26 de março de 2014

Um Mundo Bem Melhor (We are the World Brasil) - Oficial HD

Polpatec Embalagens Sustentáveis

Sustentabilidade ajuda antecedência moldado embalagem fibra | Greener Package

Sustentabilidade ajuda antecedência moldado embalagem fibra

Philips Consumer Lifestyle é uma empresa que está usando o material de jornal / água para melhorar a sustentabilidade, branding, e economia.
UFPT.jpgComo formadores de opinião, como Walmart têm mostrado, trabalhando com fornecedores para criar embalagens sustentáveis ​​é vital para os varejistas e fabricantes que procuram reduzir a entrada, transporte, armazenagem e custos de eliminação, bem como promover a sua preocupação com o ambiente para os consumidores. A questão das dificuldades de escoamento com muitos materiais não-renováveis ​​só tem servido para aumentar o interesse neste campo e acelerar a adoção de embalagens sustentáveis.
De acordo com um 2011 DuPont pesquisa global de consumo empresas de bens embalados e conversores de embalagens, a sustentabilidade é o principal desafio para embalagem global.Dos quase 500 profissionais de embalagem pesquisados, 39% citaram a sustentabilidade como a questão número um, seguido de 33% de custos de nota. Dos entrevistados que trabalham em embalagens sustentáveis, 65% disseram que seu foco estava no projeto para reciclagem ou utilização de conteúdo reciclado.
Com a sustentabilidade como seu mantra, os desenvolvedores de embalagens estão expandindo as possibilidades disponíveis com embalagem de fibra moldada aplicações. Como resultado, mais varejistas, fabricantes e consumidores em mercados estão adotando embalagens de fibra moldada sustentável. Hoje, a capacidade de embalagem de fibra moldada vão desde o transporte de garrafas de vinho e embalagem de varejo de cosméticos para embalagens protetoras para velas rangido, almofadas para computadores, e inserções para telefones móveis.
Feita a partir de jornal e água
embalagem de fibra moldada é feito de 100% reciclado jornal que é feito em uma pasta com água, depois convertida em embalagens personalizadas depois que ele estiver em moldes selecionados formado a vácuo. É 100% reciclável, biodegradável e sustentável. Isso reduz os custos de entrada e eliminação, em comparação com materiais à base de petróleo menos recicláveis.
Benefícios da fibra moldada incluir resistência e bloqueio e capacidades órtese, os custos econômicos e pouco espaço para transportar e armazenar.
Embora a demanda por embalagens recicladas vem crescendo há anos, fibra moldada tem sido tradicionalmente associado com itens como pastilhas de caixa, copo carregando bandejas e embalagens caixa de ovos que tinha limitado apelo ao consumidor. Recentemente, no entanto, alguns fornecedores da indústria de embalagens foram adicionados equipamentos especiais e técnicas que têm expandido as capacidades de embalagens de fibra moldada tradicional. Por exemplo, a UFP Technologies adicionou prensas de alta tonelagem capazes de produzir peças de pós-pressionado com apelo mais estético do que a fibra moldada tradicionalmente formado.
Philips Consumer Lifestyle
Quando a Philips Consumer Lifestyle, uma unidade de negócios da Royal Philips Electronics, a saúde global e diversificada empresa de bem-estar, escolheu fibra moldada, o objetivo foi alinhar a embalagem com a sua meta de sustentabilidade empresarial EcoVison5 a "coleção global dobro, os valores de reciclagem, e materiais reciclados em produtos em 2015 em relação a 2009. "
Philips Consumer Lifestyle previamente embalados grandes bolhas de PET de proteção dentro de caixas de varejo para máquinas de barbear e escovas de dentes Sonicare Norelco. A mudança de bolhas PET menores combinadas com embalagens de fibra moldada proteção melhorou sustentabilidade e branding e custos reduzidos.
"A embalagem de fibra moldada é feita a partir de 100 por cento de papel de jornal reciclado, por isso é um material mais renovável, ambientalmente amigável do que os plásticos baseados em petróleo", diz Jeff Wood, gerente de produto sênior da Philips Consumer Lifestyle, embalagem e impressão.
"Mudar de grandes para pequenas bolhas de PET, junto com protetor personalizado embalagem de fibra moldada a partir de UFP Technologies tem reduzido o uso de conteúdo de embalagens de plástico em 75 por cento e salvou centenas de milhares de dólares em custos de materiais", acrescenta. De acordo com Wood, operações pós-imprensa proporcionar um acabamento suave e preciso para a fibra moldada, melhorando a estética eo "out of the box" a experiência do consumidor.
Capacidades da UFP pós-imprensa permitir um bom acabamento em dois lados ea capacidade de fabricação para manter estreita tolerância de um projeto, permitindo a criação de opções de embalagem-friendly de varejo, como caixas de papelão dobráveis ​​e conchas com alto apelo estético que transmitem um cachet sustentável.
Usando cores para acentuar a marca é possível, como foi feito quando roxo escuro foi adicionado em bandejas de fibra moldada para o BlackBerry smartphone. Outras aplicações de embalagem que alimentaram o crescimento ter sido pressionado após bandejas, conchas, e inserções apresentando não só a cor, mas logos dos clientes claramente em relevo.
Embalagem premiada
Hoje embalagem de fibra moldada é ganhar prêmios, e promovendo a preocupação ambiental e imagem dos fabricantes que a utilizam. Recentemente, por exemplo, Grafcor Embalagem, um designer baseado em Rockford-Illinois, desenvolvedor, fabricante e distribuidor de materiais de embalagem para alimentos, bebidas, saúde e mercados de beleza, ganhou um AmeriStar na categoria de bebidas para uma garrafa de 12 fibra moldada vinho shipper que passaram por testes UPS e FedEx.
Para criar um carregador de vinho que combina o amortecimento sustentável, protetor de fibra moldada com a dura, resistência de papelão ondulado vibração, Grafcor Embalagem parceria com a UFP. O expedidor de vinho, chamado de "Bottoms Up ™", permite que as garrafas de vinho para ser enviado com segurança cortiça para baixo para evitar a secagem cortiça (que impede a entrada de oxigênio na garrafa).
"Fibra moldada é completamente sustentável, reciclável, biodegradável e", diz Bill Hall, dono de Grafcor Packaging."Uma vez que os navios de fibra moldada em cerca de uma proporção de 4 para 1 por caminhão em relação ao EPS, ele também pode salvar em custos de transporte e armazenamento.
"Ao trabalhar com fibra de costume moldado de paredes finas, ficando a profundidade do sorteio e do tamanho da direita parte foi um desafio, e nós não teria conseguido sem a engenharia ea produção ajuda de UFP Technologies", diz Hall. "A sua vontade de aumentar a produção no final de outubro, no meio da temporada de férias ocupado, também nos ajudou a atender a forte demanda no mercado."
Baseado no sucesso do remetente vinho fibra moldada, Grafcor Packaging está adaptando projetos para enviar cerveja, destilados, e xarope de café, que muitas vezes tem que proteger as garrafas de vidro de ruptura. Salão também acha que o material iria trabalhar com aplicações de saúde e beleza. Ele vê aplicações em fibra moldada expandir para incluir caixas dobráveis ​​ou conchas que usam pós-pressionando para um acabamento suave e logotipos em relevo para maior marca.
Artigo fornecido por Del Williams, um escritor técnico em Torrance, CA.

terça-feira, 25 de março de 2014

Desculpe, Neymar (Edu Krieger) #Copa2014

Desperdicio

caminha pneu Casas de pets recicladas

Hábitos sustentáveis: cuide de sua roupa

20/11/2013 21:22:00

Por Débora Pereira para BuyGreen.

DesperdicioUma vida mais sustentável significa mudar hábitos em todas as áreas do cotidiano. Ao lidar com as roupas, que usamos e lavamos com frequência, também existem formas de não prejudicar o meio ambiente, ou causando o menor impacto possível. A primeira dica é na hora de comprar a máquina, escolha uma adequada às suas necessidades e com maior eficiência energética. As com abertura frontal usam menos água e consomem 40% menos energia. Na hora de lavar, a dica é programar a máquina com água fria. Hoje existem as que têm a opção quente, mas para a maioria das roupas isso não é necessário, além de gastar grande quantidade de energia. Não utilize a máquina para poucas peças, espere acumular um pouco mais e ajuste sempre o nível de água. Se a roupa não estiver tão suja, programe ciclos menores.

Algumas peças com tecidos mais delicados precisam ser lavadas na mão. Para estas, a dica é usar o sabão de coco em barra. É de alta qualidade, deixa a roupa macia, não agride o meio ambiente e nem a pele. Mas também é possível lavar as roupas na máquina com este sabão: dissolva ¼ da barra em água fervente, despeje na máquina, deixe no molho e programe apenas um enxágue. Com o sabão de coco não precisa nem usar amaciante. Essa atitude economiza dinheiro, água e energia, e o sabão de coco é totalmente biodegradável.

É bom tirar as roupas da máquina e pendurar logo que estiverem limpas. Não usando a secadora poupa-se energia e as roupas ficam menos amassadas, facilitando na hora de passar. Se for necessário usar a secadora, separe roupas pesadas e leves e ajuste o tempo de secagem conforme a necessidade.

A água da máquina pode ser reutilizada, por exemplo, para lavar calçadas.

Fonte da imagem: www.povodecubatao.com.br

Marcas:

Combustíveis com materiais bem alternativos

25/12/2013 11:16:00

Por Débora Pereira para BuyGreen.

Na onda da sustentabilidade, no mundo inteiro há grupos de estudos que procuram desenvolver combustíveis com materiais renováveis, tornando-os sustentáveis, pois o petróleo, que é a fonte de combustível mais utilizada hoje no mundo, leva milhares de anos para ser composto e a previsão é que nos próximos anos esta matéria-prima fique bastante escassa. Com esse impulso, já existe a utilização de materiais bem alternativos, que nem se imaginava, para a produção de combustível.

Na Universidade da Califórnia, um professor desenvolveu um sistema que transforma esgoto em combustível para carros e outros veículos. Desta forma, a produção de combustível seria local, já que cada cidade usaria o seu esgoto, e ajudaria a retirar esses resíduos do meio ambiente. Já existe um equipamento piloto instalado na estação de tratamento Orange Country. No sistema, através de biodigestores, há bactérias que fazem a quebra dos resíduos sólidos e liberam gás metano e dióxido de carbono. Encaminhados para outro local, esses gases se transformam em dióxido de carbono, água e hidrogênio. O hidrogênio gera energia para o funcionamento do próprio sistema e o restante serve para abastecer carros.

Combustiveis
Outra ideia bastante diferente é a produção de biocombustível com whisky e os resíduos de sua fermentação, como grãos, criada por uma empresa de Edimburgo, na Escócia. O produto é chamado de biobutanol, considerado substituto direto de combustíveis fósseis, produzido com resíduos do whisky de malte. Conforme indica a pesquisa realizada pela empresa, a substância rende até 25% a mais que os bioetanóis, e utiliza materiais que antes eram descartados pelos fabricantes. Os pesquisadores informam que existe a possibilidade de uso de outras substâncias por este mesmo processo.

BloGreen - Combustíveis com materiais bem alternativos

BloGreen - Combustíveis com materiais bem alternativos

º Congresso Internacional de Tecnologia para o meio ambiente



DESCRIÇÃO

Em sua 4º  edição o Congresso Internacional de Tecnologia para o meio ambiente, que faz parte da FIEMA (Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente), oportuniza aos participantes, conhecer o cenário mundial e a realidade brasileira, promovendo discussões sobre temas relacionados às energias renováveis. Trata de um tema polêmico e de grande importância tendo em vista a previsão de crescimento do Brasil.
Essa edição com a presença dos palestrantes: Lademir Luiz Beal (Universidade de Caxias do Sul - Brasil); Mr. Jules van Lier (Delft University of Technology - Holanda); Lorenzo Nettuno (Montana S.p.A - Itália); Nelton Miguel Friedrich (Itaipu - Brasil); José Fernando Jucá (Universidade Federal de Pernambuco - Brasil); Rodolfo Nardez Sirol (CPFL Energia - Brasil); Debatedor confirmado: Prof. Darci Campani (UFRGS / ABES - RS).
Local: Centro de Convenções  - Parque de Eventos

sexta-feira, 21 de março de 2014

Rio terá até 2016 iluminação pública feita por lâmpadas de LED

Nova iluminação reduzirá despesas com manutenção e apresentará maior eficiência energética.
A capital fluminense terá até 2016 toda a iluminação pública com base na tecnologia LED (diodo emissor de luz - light emmiting diode ), 40% mais econômica que o sistema atual e com mais tempo de durabilidade.
Hoje já são utilizadas as lâmpadas de LED na cidade, basicamente em pontos turísticos. No Cristo Redentor, na Lagoa Rodrigo de Freitas e no Parque Madureira os sistemas de iluminação já são feitos com LED.
Segundo técnicos da secretaria de Conservação do Estado, uma lâmpada de vapor de sódio, que gera iluminação amarelada, dura de três a quatro anos.
Uma de LED, que gera luz branca, dura de oito a dez anos.
A troca diminuirá o custo com manutenção elétrica na cidade, que conta com 430 mil pontos públicos de luz.
Já a Ponte Rio-Niterói será iluminada por lâmpadas de LED até o final do próximo ano.

Plano terá R$ 2 bilhões para ações de promoção da sustentabilidade

Dá para beber essa água?
Anne Vigna - 20/03/14

Essa reportagem foi originalmente publicada pela Agência Pública de jornalismo investigativo e republicada em ((o))eco sob a licença Creative Commons
 Tanques usados nas quatro fases do processo de tratamento de água da Estação do Guaraú, em São Paulo: coagulação, floculação, decantação e filtração (Foto: Anne Vigna)Tanques usados nas quatro fases do processo de tratamento de água da Estação do Guaraú, em São Paulo: coagulação, floculação, decantação e filtração. Foto: Anne Vigna
Pesquisar sobre a água não é fácil. Não existem leis ou regras que definam um critério uniforme para a divulgação de dados. Esperei mais de 15 dias, por exemplo, para receber as análises de qualidade para o município de São Paulo, segundo as normas da Portaria 2.914/2011, do Ministério da Saúde. Os mesmos resultados para o Rio de Janeiro estão disponíveis para consulta de qualquer pessoa no site da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), responsável pelo tratamento de água na cidade. Não se sabe por que uma das concessionárias fornece a informação publicamente, enquanto a outra não diz nada sobre o assunto.
Depois de muita espera e de uma dezena de e-mails trocados, recebi quase todas as análises da capital paulista feitas pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), encarregada da água e do saneamento na metrópole. No primeiro envio, porém, faltavam vários dos parâmetros considerados pela portaria do Ministério da Saúde. Por quê? Não há como saber. Depois de insistir mais, recebi todos os dados (aquiaquiaqui e aqui).
Como primeiro resultado dessa investigação sobre a qualidade da água, posso dizer que, em São Paulo e no Rio de Janeiro, dá para beber a água da torneira sem correr o risco de ser vítima de uma contaminação microbiológica. Ninguém vai passar mal, nem ter diarreia. É preciso, no entanto, verificar se a caixa d’água do imóvel está limpa. Tanto em um prédio como em uma casa, ela precisa ser lavada a cada seis meses. Nos condomínios, o síndico é o responsável por cuidar da execução do serviço. Nas residências, o proprietário tem que fazer o trabalho ou contratar uma empresa para isso. Se a limpeza estiver em dia, tudo bem.
A água usada para abastecimento público passa por um processo de tratamento e desinfecção mecânico e químico, que elimina toda a poluição microbiológica (coliformes totais – grupos de bactérias associadas à decomposição da matéria orgânica – e Escherichia coli). “A água da torneira é controlada várias vezes por dia, para se ter certeza de que está sempre dentro dos padrões de qualidade”, afirma Jorge Briard, diretor de produção de água da Cedae, no Rio. Mas o fato de se poder beber a água da torneira não quer dizer que o líquido não esteja poluído – e que não possa causar problemas de saúde no longo prazo.

rspectivas para o desenvolvimento sustentável até 2030


por Virgílio Viana*

shutterstock 130863860 300x231 Perspectivas para o desenvolvimento sustentável até 2030
Foto: http://www.shutterstock.com/
Estão sendo elaborados e debatidos os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Organização das Nações Unidas (ONU) espera aprovar os ODS em setembro deste ano, após longo e abrangente processo de negociação entre os países membro. Os ODS devem substituir os Objetivos do Milênio (ODM) a partir de 2015 e devem vigorar até 2030.
Os Objetivos do Milênio serviram como uma bússola para orientar os esforços de países, estados, municípios, empresas, instituições de pesquisa e da sociedade civil. Para nossa grata satisfação, muitos dos objetivos foram alcançados antes do prazo. Cabe destaque para a redução da pobreza no Brasil e na América Latina.
A meta da ONU era a redução da pobreza extrema em 50% até 2015, tendo como referência o ano de 1990. No Brasil, em 1990, 25,6% dos brasileiros tinham renda domiciliar per capta abaixo da linha de pobreza internacional de US$1,25/dia. Em 2008, apenas 4,8% da população eram pobres. Avanços semelhantes puderam ser observados em outros países. Resultados muito positivos foram também observados em outras áreas como, por exemplo, mortalidade infantil.
Ainda é motivo de discussão se os ODM deixarão de existir e se serão totalmente absorvidos pelos ODS. É possível que os ODM coexistam com os ODS durante algum tempo. O fato é que nas próximas décadas os governos, as empresas, as instituições de pesquisas e a sociedade civil terão como bússola os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.
Segundo acordado na Rio+20, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável devem ser orientados pela ação, concisos e fáceis de comunicar e aplicáveis universalmente para todos países levando em conta as diferentes realidades nacionais, as capacidades e níveis de desenvolvimento e respeitando as prioridades e políticas nacionais.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon lançou, em 2012, uma iniciativa chamada de Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN, em inglês). O objetivo dessa iniciativa é mobilizar as sociedades humanas diante dos desafios do desenvolvimento sustentável. Para liderar essa iniciativa foi convidado o professor Jeffrey Sachs, diretor do Instituto da Terra, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. O Professor Sachs convidou um pequeno grupo de especialistas para apoiá-lo nessa tarefa.
Um dos primeiros resultados da SDSN foi elaborar uma proposta de Objetivos que deverão substituir os ODM. Entre eles estão o fim da pobreza extrema, o alcance do desenvolvimento dentro dos limites planetários, a garantia da aprendizagem eficaz para todas as crianças e jovens, a promoção da igualdade de gênero, inclusão social e direitos humanos, o alcance da saúde e bem-estar em todas as idades, a manutenção dos serviços ambientais, biodiversidade e boa gestão dos recursos naturais, entre outros.
Agora, quais devem ser as prioridades das sociedades humanas no período de 2015 a 2030? Quatro mudanças principais farão com que o próximo período de 15 anos, 2015-2030, seja diferente do período 2000-2015.
Primeira, o aumento drástico do impacto humano sobre o Planeta. Com uma população mundial em 7.2 bilhões e um PIB anual próximo dos 90 trilhões de dólares, a economia do planeta, usando as tecnologias de hoje, já está excedendo muitos dos “limites planetários” da Terra.
Segunda, as novas tecnologias também oferecem tremendas oportunidades na oferta de serviços públicos, incluindo saúde, educação e infraestrutura básica para mais pessoas a um custo mais baixo. Terceira, a desigualdade e a exclusão sociais estão sendo ampliadas em muitos países ricos e pobres, sem distinção, como parte do resultado de uma rápida mudança e da globalização. O Brasil é um dos poucos países onde a desigualdade diminuiu – mas continua muito elevada.
Quarta, na era da globalização, a governança dentro e entre os países está se tornando mais difusa e complexa. As revoluções na informação e comunicação estão levando a um processo de transparência sem precedentes, em todos os países.
Como próximo passo, a ONU criou uma rede de conhecimento da Amazônia para que especialistas de todo o mundo busquem soluções e projetos em todos os países que compõem o Bioma e que podem ser aplicados em qualquer região do planeta. Muita gente está engajada nesse processo. O desenvolvimento sustentável está caminhando. Precisamos fazer nossa parte.


fiema1 698x1024 FIEMA Brasil 2014   Inovação e Sustentabilidade   2º Meeting Empresarial

quinta-feira, 20 de março de 2014

Isopor: bonitinho, mas ordinário

Material de mil utilidades, o poliestireno expandido, mais conhecido como isopor, chega às nossas casas sob diversas formas: desde bandejas que acompanham alimentos como carne, legumes e frios, até como componentes de embalagens de eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos. Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. Por ser um plástico celular e rígido, ele tem as vantagens de poder apresentar-se numa grande variedade de formas e de ter aplicações bastante diversas.
Muito bom, não é? Isso tudo seria ótimo se ele não fosse tão danoso ao meio ambiente e difícil de reciclar. As razões são várias.
Um dos problemas do isopor é sua composição: 98% de ar e 2% de plástico. Isso quer dizer que, quando derretido, o volume final do isopor cai para 10% do que foi coletado. Por essa razão, a maioria das cooperativas e empresas do setor de reciclagem sequer aceita doações, ao menos de pequenas quantidades do produto. E muito menos se dispõem a coletá-lo, já que, devido à sua baixa densidade, ele ocupa muito volume, o que encarece seu transporte e, conseqüentemente, a sua reciclagem, exigindo quantidades muito grandes para se viabilizar economicamente o processo como um todo.
Quando não vai para reciclagem o isopor pode provocar diversos prejuízos. Se for destinado ao lixo, pode levar, conforme estimativas, 150 anos para se decompor. Nos aterros sanitários, além de ocupar muito espaço e saturar com mais rapidez as áreas destinadas ao lixo, o que exige grandes investimentos públicos para a construção de novos aterros, a compactação causada pelos restos de isopor prejudica a decomposição de materiais biodegradáveis. E se for para lixões, estará deixando seu rastro no ambiente por um longo período de tempo.
Se jogado em rios e mares, as pelotas de isopor – produto do esfacelamento desse material – são ingeridas por cetáceos e peixes ao serem confundidas com organismos marinhos, e, muitas vezes, acabam por matá-los. 
Por fim, se for queimado, o isopor libera gás carbônico contribuindo, portanto, para a poluição do ar e para o aquecimento global.
Por todas essas razões, Patrícia Blauth, da Consultoria Menos Lixo – Projetos de Educação em Resíduos Sólidos, recomenda que se evite comprar produtos armazenados e transportados com isopor.  Segundo ela, diversos usos para o isopor  são bastante questionáveis, como “as bandejinhas de frios, frutas e legumes, por exemplo, têm função meramente decorativa”, declara. Esse uso poderia ser substituído por outro material ou simplesmente eliminado sem prejuízos ao consumidor e com um enorme benefício para o meio ambiente, argumenta a pesquisadora. Nesse caso, o consumidor pode pedir no supermercado que seus produtos sejam embalados na hora e sem a inclusão da bandejinha de isopor.
No caso de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, geralmente embalados com isopor para evitar danos aos produtos durante o transporte, o consumidor pode dirigir um questionamento à empresa fabricante indagando se o uso do isopor não poderia ser substituído ou mesmo dispensado. Se muitos consumidores fizerem a pergunta, com certeza as empresas buscarão formas de substituir o isopor. Ao adquirir um produto de pequeno porte, retirado na própria loja onde foi comprado, o consumidor pode deixar o isopor no local. No caso de produtos maiores, entregues em casa, pode-se pedir ao entregador que leve o isopor das embalagens de volta à loja. Isto certamente vai fazer com que os lojistas pressionem os fabricantes a substituir o isopor de suas embalagens por outro material que seja mais amigável ao meio ambiente.
Muitos restaurantes e lanchonetes adotam embalagens descartáveis de isopor. O consumidor, também nesse caso, pode sugerir ao estabelecimento para que  substitua o isopor por materiais que sejam no mínimo recicláveis. Ou o consumidor pode passar a privilegiar os estabelecimentos que utilizam xícaras e copos reutilizáveis, influenciando seus amigos e familiares a fazer o mesmo, indicando aos estabelecimentos que esta é a sua preferência.
Algumas indústrias vêm apostando na substituição do isopor por uma solução biodegradável: a bioespuma. Obtida a partir de produtos naturais renováveis, derivados de plantas e sementes como cana-de-açúcar, soja, mamona e coco, também tem a vantagem de se degradar facilmente no meio ambiente. A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em parceria com a empresa Kehl Polímeros, de São Carlos no interior de São Paulo, desenvolveu uma bioespuma que se decompõe em, no máximo, dois anos, na presença de oxigênio. Sem oxigênio, o tempo de decomposição é de três anos.
O material pode substituir o isopor em diversas aplicações, como embalagens de produtos eletrônicos, bandejas de alimentos e substrato para a plantação de mudas na área agrícola.
O descarte da bioespuma, por ser composto de produtos naturais, vai gerar lixo de material orgânico e, conseqüentemente, o malfadado gás metano que é altamente poluente. Como é sabido, isto ocorre na decomposição de qualquer material orgânico. Assim, mesmo se degradando mais rapidamente que o isopor, a bioespuma também será responsável por poluir. Por esta razão, o excesso de embalagens descartáveis, mesmo que biodegradáveis, permanece sendo um grande problema. 
Outra substituição bastante usada pela indústria como alternativa ao isopor é a polpa moldada (como as de caixa de ovos) feita a partir de papel reciclado e reciclável. www.polpatec.com.br
Para a professora Mara Lúcia Dantas, do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), ainda são necessários ajustes na formulação da bioespuma. Ela explica que um dos problemas é que as espumas feitas de produtos naturais podem atrair roedores e insetos aos armazéns de estoque. 
Mesmo diante dessas possibilidades de substituição, para Patrícia Blauth, da Consultoria Menos Lixo, a melhor alternativa ainda é a redução no consumo de embalagens. Ela lembra que todo consumo gera impacto e que “no caso das soluções biodegradáveis, o impacto é também sobre a agricultura aonde a prioridade deveria ser a de plantar alimentos e não a de criar mais embalagens, muitas delas desnecessárias”.                                        
Responsáveis por comercializar boa parte das 36,5 mil toneladas do material consumido no país (dado referente a 2006), as grandes redes varejistas do país têm se preocupado com a reciclagem das embalagens. O motivo é que são encontrados nas prateleiras dos supermercados inúmeros produtos com embalagens de isopor que são entregues principalmente pelas indústrias de alimentos.  Por isso, algumas redes de supermercado tem participado de projetos que não visam lucros, mas sim reduzir o impacto das embalagens de isopor no meio ambiente e incentivar o trabalho de cooperativas de reciclagem que recebem o produto de graça. 
Há três meses, o Grupo Pão de Açúcar (Parceiro Estratégico do Akatu) está testando em fase piloto um projeto, desenvolvido em parceria com a Plastivida – Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos. Por enquanto o programa se restringe ao isopor gerado por uma loja do Extra, no bairro do Morumbi na capital paulista. O produto coletado é todo doado para uma cooperativa. A Coopervivabem recebe o isopor e, após esse material passar por uma máquina de prensagem, a cooperativa vende à Proeco, empresa recicladora, que faz a reciclagem. O que viabiliza a reciclagem é que a quantidade disponível é muito grande o que permite uma escala viável do ponto de vista econômico. Segundo Beatriz Queiroz, gerente de sustentabilidade do grupo, “o projeto tem rendido bons resultados e deverá ser estendido para outras lojas do Extra”. Beatriz ressalta que, “além de cuidar do meio ambiente, o objetivo do projeto é gerar emprego e renda, e isso é possível ao entregarmos esse isopor sem custos para a cooperativa”.

Projetos que envolvem a reciclagem do isopor ainda podem ser considerados incipientes, principalmente, se levarmos em conta a grande quantidade de embalagens do produto que são utilizadas todos os dias. O consumidor consciente pode fazer a sua parte quando se dirigir ao supermercado. Ao procurar evitar produtos embalados com isopor, o consumidor passa uma mensagem clara que está atento às conseqüências causadas por aquilo que compra e seus efeitos posteriores.

Brasil perde posições em ranking das empresas mais sustentáveis do mundo

Divulgação
Contudo, o Brasil lidera entre os países em desenvolvimento, uma vez que a China segunda colocada, conta com apenas uma companhia no ranking
06/02/2014
O Brasil perdeu posições no ranking Global 100 Most Sustainable Corporations in the World, que classifica as empresas mais sustentáveis do mundo. Enquanto em 2013 o país tinha cinco companhias listadas no levantamento, a edição de 2014 traz apenas duas organizações brasileiras: Natura e BRF, 23º e 95º lugares, respectivamente.
Contudo, o Brasil lidera entre os países em desenvolvimento, uma vez que a China segunda colocada, conta com apenas uma companhia no ranking. Outra boa notícia é que a Natura ficou em primeiro lugar na categoria empresas de bens de consumo. Quem lidera o ranking geral em 2014 é o Westpac Banking Corporation, da Austrália.
Elaborado pela empresa canadense Corporate Knights, o ranking classifica as companhias com base no desempenho em um conjunto de 12 indicadores. As receitas da organização divididas pelo uso de energia e a remuneração total de diretor-executivo em comparação com o salário médio dos demais trabalhadores são dois dos quesitos medidos pelos especialistas.
Outro componente usado para escolha do ranking é a rotatividade de uma empresa. Uma alta taxa de rotatividade de empregados em relação às normas da indústria pode sinalizar uma estratégia de capital humano inadequada, o que pode reduzir a rentabilidade das companhias e fazê-las perder pontos na lista.
A Natura explicou que a estratégia de sustentabilidade da empresa nasce do processo de relacionamento e engajamento com diferentes públicos
Para Doug Morrow, um dos responsáveis pela pesquisa, o Global 100 incentiva a divulgação e transparência. Segundo ele, as empresas que medem o seu desempenho de sustentabilidade, mas param de divulgar publicamente, estarão em desvantagem. "Somente os dados divulgados publicamente - em relatórios anuais, relatórios de sustentabilidade corporativa ou através de outros canais - podem ser usados na Global 100", explica o executivo.
Empresas brasileiras
A Natura explicou que a estratégia de sustentabilidade da empresa nasce do processo de relacionamento e engajamento com diferentes públicos, o que contribui na identificação dos temas socioambientais mais relevantes frente às escolhas para o negócio com o desafio de tornar a sustentabilidade um dos principais vetores de inovação e geração de novos negócios da companhia por meio de soluções que criem valor compartilhado para toda a nossa rede de relações.
A empresa é a primeira a utilizar carros elétricos para transporte de cargas no Brasil. Veículos elétricos como carros para carga, triciclos e bicicletas atuam nas entregas dos produtos às consultoras. Até o fim de 2013, entraram em operação nove veículos verdes distribuídos em diferentes cidades como São Paulo, Campinas, Curitiba e Rio de Janeiro. Esse número deve aumentar em 2014, segundo Ricardo Faucon, diretor de serviço ao cliente da Natura.
O projeto possui dois objetivos definidos, explica a empresa: a eficiência operacional, que visa aumentar o número de entregas por dia com a mesma frota, e a redução da emissão de CO2, meta atrelada ao objetivo macro da Natura de reduzir em até 33% as emissões relativas de Gases de Efeito Estufa (GEE) - atualmente o setor de transporte de produtos corresponde a 15% das emissões totais da companhia.
BRF
A BRF foi criada em 2009 a partir da associação entre Perdigão e Sadia. A companhia atua nos segmentos de carnes (aves, suínos e bovinos), alimentos industrializados (margarinas e massas) e lácteos, com marcas como Sadia, Perdigão, Batavo, Elegê e Qualy.
Além da presença na lista das 100 mais sustentáveis, a BRF faz parte do Índice de Sustentabilidade (ISE) da BM&FBovespa e no Emerging Markets do Dow Jones Sustainability Index. A empresa destaca que o reconhecimento do trabalho feito na área de aprimoramento da gestão de sustentabilidade como um dos melhores do mundo gera muita satisfação.
Para alcançar esse reconhecimento, a BRF afirma que tem investido em ações de "excelência energética, gestão de resíduos, gestão hídrica, redução de gases efeito estufa (GEE) e adaptação aos efeitos das mudanças climáticas, com metas de reúso de água acima de 20%, implantação de uma cultura voltada à saúde e segurança dos colaboradores, capacidade de inovação e governança corporativa". Mas as ações estratégicas na área não param por aí.
Desde 2011, a companhia realiza um inventário de emissão de gases efeito estufa e estruturou a avaliação do indicador de desempenho das atividades, definindo compromissos e metas de redução. Houve ainda ampliação do Programa de Mudanças Climáticas, que passou a mensurar as emissões da cadeia de valor da BRF, como logística e viagens a negócio. A meta da BRF é reduzir em 10% a intensidade das emissões diretas até 2015, tendo como base o inventário de 2011.
Vagas podem virar Zonas Verdes na capital paulista
 

Em São Paulo, a instalação de Zonas Verdes (ou parklets), áreas de convivência instaladas no lugar de vagas para veículos, está próxima de se tornar realidade. A equipe do prefeito Fernando Haddad realizou, na última terça-feira (11/3), uma reunião com a sociedade civil para debater o tema.
As Zonas Verdes já foram testadas na capital, por um curto período, no último mês de agosto. O espaço deverá ter vegetação, bancos, local para estacionamento de bicicletas e iluminação em LED, que virá de fonte solar.
Uma pesquisa feita com quem testou o espaço, realizada pelo Instituto Mobilidade Verde, mostra que 92% acharam a ideia excelente, e 8% a consideraram ótima.
Eles calcularam, inclusive, que duas vagas de carro transformadas em parklets podem receber até 300 pessoas por dia.
“A cidade tem muita carência de espaço público e esta medida é, para mim, tão importante quanto a faixa exclusiva [de ônibus], pois permitiremos que as pessoas usufruam a cidade com mais conforto”, afirmou o prefeito Haddad.